Tesouro Direto: IPCA+ longo bate maior nível desde 1º turno

Entre os títulos negociados, o Tesouro Prefixado 2032 e o Tesouro IPCA+ 2040 lideram as altas.

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Publicado em 15/10/2026 às 11:47h Publicado em 15/10/2026 às 11:47h por Elanny Vlaxio
A taxa do prefixado passou de 12,72% para 12,87% ao ano (Imagem: Shutterstock)
A taxa do prefixado passou de 12,72% para 12,87% ao ano (Imagem: Shutterstock)
As taxas do Tesouro Direto sobem de forma generalizada nesta quinta-feira (15), e títulos públicos de longo prazo atrelados à inflação voltam a registrar os maiores níveis desde o primeiro turno das eleições.
O movimento ocorre em meio à maior aversão ao risco no exterior, à disputa presidencial acirrada e às incertezas sobre os impactos econômicos da proposta que prevê o fim da escala 6x1. 
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Entre os títulos negociados, o  Tesouro Prefixado 2032 e o Tesouro IPCA+ 2040 lideram as altas, com avanço de 15 pontos-base cada na abertura, em comparação com o fechamento de quarta-feira (14). A taxa do prefixado passou de 12,72% para 12,87% ao ano, enquanto a remuneração do IPCA+ 2040 subiu de IPCA + 6,58% para IPCA + 6,73%.

Títulos atrelados à inflação também avançam

Entre os papéis corrigidos pelo IPCA, o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2045 passou de IPCA + 6,63% para IPCA + 6,75%. Já o IPCA+ 2032 avançou de IPCA + 6,71% para IPCA + 6,80%. O Tesouro IPCA+ 2050 teve uma alta mais moderada, de cinco pontos-base, alcançando IPCA + 6,74%, após avançar 12 pontos-base na sessão anterior. 
Mesmo com diferenças na intensidade dos movimentos, os títulos IPCA+ 2040, 2050 e IPCA+ com Juros Semestrais 2060 atingiram os maiores níveis de taxas desde o primeiro turno, embora ainda permaneçam abaixo dos patamares anteriores à eleição. 
Entre os prefixados, o título com vencimento em 2037 e pagamento de juros semestrais subiu de 12,73% para 12,87% ao ano. O Prefixado 2029, por sua vez, passou de 12,51% para 12,64%. Com a alta, o Prefixado 2032 voltou ao maior nível desde a abertura de 5 de outubro, quando chegou a 12,95%.