Petrobras (PETR4) diz que não exercerá direito de preferência em potencial venda da Braskem (BRKM5)

A Diretoria Executiva deve a adotar as providências necessárias para implementar essa decisão.

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Publicado em 12/02/2026 às 10:07h - Atualizado 5 minutos atrás Publicado em 12/02/2026 às 10:07h Atualizado 5 minutos atrás por Elanny Vlaxio
O comunicado foi publicado nesta quinta-feira (12) (Imagem: Shutterstock)
O comunicado foi publicado nesta quinta-feira (12) (Imagem: Shutterstock)
👀 A Petrobras (PETR4) informou nesta quinta-feira (12) que não exercerá seu direito de preferência em uma potencial operação envolvendo a Braskem (BRKM5).
Em fato relevante, a estatal comunicou que, seu Conselho de Administração deliberou sobre uma possível transação que prevê a transferência das ações da Braskem detidas pela NSP Investimentos S.A., subsidiária da Novonor, para o Shine I Fundo de Investimento em FIDC (Direitos Creditórios de Responsabilidade Limitada).
Diante disso, o colegiado aprovou o não exercício, pela Petrobras, dos Direitos de Preferência e de Tag Along previstos no Acordo de Acionistas vigente da Braskem. Além disso, foi autorizada a Diretoria Executiva a adotar as providências necessárias para implementar essa decisão, dentro das premissas apresentadas.
📄 "Fatos julgados relevantes sobre o tema serão tempestivamente divulgados ao mercado, incluindo, sem se limitar, ao momento em que a Petrobras vier a receber notificação contendo os termos finais da operação", disse ainda a empresa em nota. 
O comunicado chega quase um mês depois de repercurtir a notícia de que a CEO da PETR4, Magda Chambriard, é o nome apontado para assumir a presidência do conselho da Braskem. Lembrando que a IG4 Capital passou a concentrar 50,111% das ações com direito a voto da Braskem, o equivalente ao capital volante, e 34,323% do capital total da empresa.
Chambriard já deixou claro que a companhia queria ter um papel mais ativo na condução da Braskem. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, a executiva afirmou: “A gente tem que aproveitar e exacerbar todas as sinergias possíveis [entre a Petrobras e a Braskem]. É isso que a Petrobras se propõe a fazer. A Petrobras quer mais poder sobre a operação dessa companhia”.