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Moura Dubeux (MDNE3) divulgou nesta segunda-feira (6) sua prévia operacional referente ao primeiro trimestre do ano (1T26), revelando crescimento de +217% no volume de lançamento de imóveis. São oito projetos que totalizam R$ 1,55 bilhão em Valor Geral de Vendas (VGV).
Isso porque a
construtora recifense registrou R$ 1,27 bilhão em lançamentos líquidos de imóveis durante o 1T26, bem superior ao montante de R$ 402 milhões apurado 12 meses antes.
Olhando para as vendas de imóveis, a empresa também apresenta ganhos exponenciais. O indicador angariou R$ 1,02 bilhão no 1T26, salto de +85% ante igual período de 2024.
Já o banco de terrenos da Moura Dubeux totaliza avaliação de R$ 10,4 bilhões ao final do 1T26, ligeiramente inferior ao saldo de R$ 10,9 bilhões no encerramento de 2025, mas ainda superior à soma de R$ 9,6 bilhões nos três primeiros meses do ano passado.
Apesar das origens em Pernambuco, a Moura Dubeux tem a maior fatia dos seus 58 terrenos hoje no Ceará, cerca de 36% (ou R$ 3,7 bilhões). Na sequência, aparece Pernambuco com 24% dos terrenos (ou R$ 2,5 bilhões), enquanto a terceira principal praça é a Bahia, com 17% dos terrenos (ou R$ 1,8 bilhão).
Todavia, chama a atenção que a companhia não está gerando caixa no momento, pelo contrário, acentuou-se o consumo de caixa em 2026, na ordem de R$ 120 milhões, contra o saldo também negativo de R$ 18,9 milhões há um ano.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Moura Dubeux (MDNE3) há 12 meses, hoje você teria R$ 2.537,41, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.477,75 nas mesmas condições.