MBRF (MBRF3) investe R$ 300 milhões em renda fixa ligada ao agronegócio

Frigorífico aplicou recursos em Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

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Publicado em 24/02/2026 às 19:38h - Atualizado 7 horas atrás Publicado em 24/02/2026 às 19:38h Atualizado 7 horas atrás por Lucas Simões
MBRF3 ajudará na concessão de crédito a produtores rurais (Imagem: Divulgação/BRF)
MBRF3 ajudará na concessão de crédito a produtores rurais (Imagem: Divulgação/BRF)
A MBRF (MBRF3), empresa resultante da fusão entre Marfrig e BRF, aplicou R$ 300 milhões em Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) do Segmento Agronegócio em conjunto com a Agência de Fomento do Paraná S.A.
Dessa maneira, a sua subsidiária BRF entra como compradora de títulos de renda fixa ligados ao agronegócio, mais especificamente, a aquisição de direitos creditórios originados de operações de crédito vinculadas às atividades agroindustriais desenvolvidas no estado do Paraná.
As operações de crédito que envolvem produtores rurais e a melhoria da cadeia produtiva da própria MBRF3 também estão representadas por Cédulas de Produto Rural Financeiras (CPR-F). 
Por sua vez, o dinheiro captado por esse fundo de renda fixa voltado ao agronegócio do Paraná visa contribuir com o fortalecimento da produção integrada, o incremento da eficiência operacional e a promoção da sustentabilidade das atividades agropecuárias da região.
A Agência de Fomento do Paraná participou da captação do FIDC como cotista sênior, por intermédio de veículo estruturado para esse fim, com aporte no valor total de R$ 75 milhões. 
Desde setembro de 2025, a MBRF consolida sinergias operacionais dos frigoríficos fundidos, ampliando o portfólio e fortalecendo a presença global no setor de alimentos. Entre as marcas controladas pela empresa estão: Sadia, Perdigão, Qualy, Bassi, Banvit, DaGranja, entre outras. 
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em MBRF (MBRF3) desde o início de 2026, hoje você teria R$ 977,48, já considerando o reinvestimento dos dividendos. A simulação também aponta que o Ibovespa teria retornado R$ 1.176,37 nas mesmas condições.