O desempenho positivo foi sustentado principalmente pela indústria e pelo setor de serviços, que compensaram a queda registrada na agropecuária. Enquanto a atividade industrial cresceu 0,9% no mês, os serviços avançaram 0,2%. Na direção oposta, a agropecuária recuou 1,8%.
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Apesar da recuperação mensal, o indicador ainda aponta perda de ritmo quando observado um intervalo maior. No trimestre encerrado em agosto, a atividade econômica apresentou queda de 0,6% em relação aos três meses terminados em maio, considerando a série com ajuste sazonal.
"Com isso, mantemos a nossa projeção de crescimento de 1,7% para o PIB de 2026. A renda real segue em expansão, sustentada por um mercado de trabalho apertado e pelo aumento das transferências fiscais, e as medidas de estímulo do governo devem continuar amortecendo a demanda doméstica", avaliou Alexandre Maluf, economista da XP Investimentos.
Na comparação com agosto de 2025, o IBC-Br registrou crescimento de 1,2%. Já no acumulado de 12 meses, a expansão chegou a 1,6%, indicando que a atividade econômica permanece em terreno positivo, embora apresente sinais de desaceleração em períodos mais recentes.