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Um terremoto de grandes proporções foi registrado na manhã desta segunda-feira (20) no norte do Japão. Segundo a agência de meteorologia local, o evento foi enquadrado como de magnitude de 7,5 na Escala Richter.
O tremor de terra foi tão forte que fez com que o país emitisse alertas para tsunamis na região. No fechamento desta reportagem, as ondas do mar já chegavam aos 80 centímetros de altura, mas o governo esperava eventos de até 3 metros.
“Abandonem imediatamente as regiões costeiras e as áreas próximas a rios e sigam para um local mais seguro, como terrenos elevados ou um edifício de evacuação”, alertou a Agência Meteorológica do Japão. “Não abandonem as zonas seguras até que a suspensão do alerta”, acrescenta a advertência.
Até o momento, não há relatos de feridos ou mortos por causa do tremor ou das ondas marítimas. Além disso, o governo diz que a localização do terremoto não está próxima a usinas nucleares, o que diminui os riscos para a população.
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O governo japonês anunciou a criação de um gabinete de crise para atender as cidades impactadas com serviços de emergência, por exemplo, além de ampliar a segurança dos portos da região, que podem ser engolidos pela água caso a situação se confirme.
O Japão é um dos países mais densamente demográficos do mundo, englobando uma população de 125 milhões em um conjunto de ilhas. Todo o território está localizado no chamado Anel de Fogo do Pacífico, que é uma zona sísmica de alta incidência de eventos naturais, como terremotos.
Por isso, o registro de terremotos não é uma coisa tão anormal no Japão. O país é palco de 1 em cada 5 abalos sísmicos registrados anualmente ao redor do mundo, sendo que a maioria deles está enquadrada acima de 6 em magnitude, que vai até 10.
Para se ter ideia, após o registro inicial, outros 10 terremotos foram registrados em território japonês, todos com menor impacto sísmico, conforme mostram dados da agência estatal.
O governo japonês explica que sismos a partir de magnitude 7 podem até derrubar casas, caso não tenham uma alta resistência. Mesmo assim, os móveis podem se mover durante o evento e, eventualmente, até serem arremessados, dependendo da distância até o epicentro.
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