Esse fundo imobiliário monoativo celebrou dois novos contratos de locação no Edifício The Corporate, situado em Macaé, cidade litorânea bancada pelos royalties do pré-sal explorado em alto-mar, distante 191 quilômetros da capital do Rio de Janeiro.
No caso, a área ocupada por novos inquilinos totaliza 866 metros quadrados, sendo 334 metros quadrados locados para uma companhia prestadora de serviços, e 532 metros quadrados com uma empresa do setor de óleo e gás.
Com as referidas locações, a vacância física do
FII XPCM11 passará de 54% para aproximadamente 52%. Vale destacar que o empreendimento imobiliário conta com uma área bruta locável (ABL) total de 19,6 mil metros quadrados.
A complexidade que paira sobre o XP Corporate Macaé se deve justamente à sua localização, um fator que não pode ser subestimado quando falamos do mercado imobiliário. A economia do município fluminense de Macaé é altamente dependente da exploração de petróleo, tendo baixa diversificação em outros tipos de negócios.
Daí, para entender a dificuldade da gestão do
FII XPCM11 em angariar novos inquilinos ao único prédio que compõe o patrimônio dos cotistas, desde a saída da Petrobras como inquilina, em região relativamente distante de grandes centros urbanos.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil no
FII XPCM11 há cinco anos, hoje você teria
R$ 182,90, já considerando o reinvestimento dos
dividendos mensais. A simulação também aponta que o
Ifix teria retornado
R$ 1.338,50 nas mesmas condições.