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As empresas listadas na bolsa brasileira ampliaram a distribuição de dividendos no primeiro semestre de 2024. Os pagamentos chegaram a quase R$ 165 bilhões, um volume 40% superior ao do mesmo período de 2023, segundo a plataforma Meu Dividendo.
💰 De acordo com o levantamento, companhias brasileiras distribuíram cerca de R$ 90 bilhões em dividendos, R$ 60 bilhões em JCP (Juros sobre o Capital Próprio) e mais R$ 15 bilhões em outros proventos, como bonificações e restituições, a seus acionistas nos seis primeiros meses deste ano.
O volume total, de quase R$ 165 bilhões, foi o maior dos últimos cinco anos. Veja quanto os acionistas da bolsa brasileira receberam a título de remuneração a cada primeiro semestre:
De acordo com o CEO da Meu Dividendo, Wendell Finotti, o resultado sugere que um recorde na distribuição de dividendos pode ser alcançado neste ano. É que geralmente a maior parte dos proventos anuais, cerca de 54%, vem apenas no segundo semestre.
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A Petrobras (PETR4) foi fundamental para o aumento na distribuição de proventos no primeiro semestre. Afinal, depois de muito embate entre o governo e o mercado, a estatal aceitou pagar 50% dos dividendos extraordinários de 2023 em abril.
💲 Com isso, a Petrobras pagou um total de R$ 55,65 bilhões em proventos no primeiro semestre. Isto é, praticamente 1/3 de todos os dividendos distribuídos no período.
A Petrobras voltou, então, a liderar o ranking de maiores pagadoras de dividendos da bolsa brasileira. A posição havia sido tomada pelo Itaú (ITUB4), que também pagou dividendos extraordinários no início do ano.
Veja as maiores pagadoras de dividendos da B3 no 1º semestre:
O maior valor por ação, no entanto, foi pago pela Comgás (CGAS5). Afinal, a companhia anunciou, em março, o pagamento de dividendos de mais de R$ 12 por ação preferencial e de R$ 10 por ação ordinária.
O segundo lugar nesta base de comparação foi da Petrobras, cujos proventos somaram um valor de R$ 4,27 por ação ordinária e preferencial.
Veja os maiores valores por ação do 1º semestre:
A Méliuz aparece no ranking, mas não pela distribuição de lucros. É que a companhia aprovou em janeiro uma redução de capital de R$ 210 milhões, mediante a restituição dos acionistas, no valor de R$ 2,41 por ação. E a companhia pretende realizar outra operação desse tipo nos próximos meses, só que no valor total de R$ 220 milhões.
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