Lucro da Petrobras (PETR4) derrete 70% em 2024; veja resultados
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🚨 A Braskem (BRKM5) anunciou nesta quinta-feira (27), um novo acordo com a Petrobras (PETR4) para impulsionar sua capacidade produtiva no estado do Rio de Janeiro.
O projeto prevê a ampliação da produção de eteno na central petroquímica de Duque de Caxias, com um investimento inicial de R$ 233 milhões apenas em estudos de engenharia.
A iniciativa tem potencial para adicionar 220 mil toneladas anuais à capacidade de produção de eteno, além de volumes correspondentes de polietileno, fortalecendo a posição da Braskem no setor petroquímico nacional.
Para viabilizar essa expansão, a empresa contará com o fornecimento de etano pela Petrobras, aproveitando a crescente oferta de gás natural no Brasil.
Além da parceria com a Petrobras, a Braskem pretende captar recursos por meio do Regime Especial da Indústria Química (Reiq), que concede um crédito presumido de 1,5% sobre PIS/COFINS para investimentos que ampliem a capacidade instalada do setor químico no país.
Essa medida pode reduzir a carga tributária sobre o projeto e viabilizar sua execução de forma mais competitiva.
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A ampliação da produção no Rio de Janeiro pode gerar efeitos positivos tanto para a Braskem quanto para a indústria petroquímica brasileira como um todo.
O aumento da capacidade produtiva fortalece a cadeia de suprimentos, pode impulsionar a geração de empregos na região e tornar o mercado nacional mais competitivo.
A Braskem divulgou recentemente um prejuízo de R$ 5,65 bilhões no quarto trimestre, o que reforça a importância de novos projetos para a sustentabilidade financeira da companhia.
O acordo com a Petrobras pode representar um passo estratégico para mitigar desafios e ampliar a participação da empresa no mercado de petroquímicos.
A parceria entre Braskem e Petrobras ainda deve passar por novas etapas antes de se concretizar totalmente, mas o avanço no planejamento sinaliza um movimento relevante para a indústria química brasileira.
📈 A expectativa é que, com o crescimento da oferta de gás natural, outras iniciativas do setor possam surgir nos próximos anos, consolidando o Brasil como um polo estratégico de produção petroquímica.
Estatal atribui queda na lucratividade anual por conta da variação do dólar sobre suas dívidas no exterior
Estatal ainda fará Assembleia Geral Ordinária (AGO), prevista para 16 de abril de 2025, para discutir a proposta de proventos