Itaú BBA vê fevereiro difícil para criptomoedas e pede "paciência" para março
O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
Se tem uma coisa que o investidor pessoa física está sempre buscando é o tal do "melhor investimento". Só que a resposta pode variar bastante por vários aspectos, inclusive o fator tempo. Afinal de contas, o Ibovespa reinou durante agosto de 2025, subindo +6,28%, ao passo que o Bitcoin (BTC) derreteu −9,93%.
Nas palavras de Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, o principal índice acionário da B3 não só fechou aos 141.422,26 pontos nesta sexta-feira (29), último pregão do mês, como também fez história em agosto de 2025, ao liderar os ganhos entre as principais classes de investimentos.
"Com uma alta de 6,28%, o Ibovespa liderou os ganhos entre os principais índices de referência do mercado brasileiro. Na outra ponta, o mês não foi favorável para os criptoativos: o Bitcoin desabou −9,93%, liderando as perdas, seguido pelo dólar Ptax (−3,14%) e pelo euro Ptax (−0,89%)", comenta o consultor financeiro.
A leitura dos dados presentes no levantamento elaborado pela Elos Ayta revela uma combinação interessante:
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O bitcoin (BTC) acumulou queda de cerca de 12% em fevereiro e operava em alta de 5,65% por volta das 18h50 nesta segunda-feira (2).
A criptomoeda, que era negociada próxima de US$ 65,5 mil, caiu rapidamente para a faixa de US$ 63,1 mil, atingindo mínima intradiária de US$ 63.198.