O escritor e médico psiquiatra
Augusto Cury (Avante) ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, mas preferiu silenciar sobre o segundo turno da eleição de 2026.
"Eu me silencio completamente em relação àqueles que estarão no segundo turno", afirmou Cury, depois que os resultados das urnas mostraram que a disputa pela presidência da República será definida entre
Flávio Bolsonaro (PL) e
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no próximo dia 25 de outubro.
Diante disso, Cury disse que "ninguém está autorizado" a usar seu nome ou o do seu vice, Júlio Delgado (Podemos), para pedir votos ou dizer que vai apoiar qualquer um dos candidatos.
O candidato do Avante também disse que não quer ser ministro de nenhum governo, pois pretende deixar a política para se dedicar a outros projetos que possam ajudar a sociedade a partir de agora.
"Eu me coloquei agora, dessa vez. Se o povo brasileiro entendeu que deve continuar essa polarização, eu só posso respeitar a vontade soberana do povo brasileiro, sem qualquer mágoa", afirmou.
Ainda assim, Cury disse que Flávio e Lula poderiam aproveitar as suas propostas. Além disso, mostrou-se aberto a atuar como uma espécie de professor e conselheiro do governo.