Grandes investidores do Brasil: histórias e estratégias para se inspirar
Conheça 6 investidores que construíram patrimônio na bolsa brasileira: estratégias, carteiras e filosofias.
Publicado em 05/08/2026
Eduardo Luiz Saverin é um empresário e investidor brasileiro conhecido principalmente por ser um dos cofundadores do Facebook, atual Meta Platforms.
Nascido em São Paulo em 1982, mudou-se ainda criança com a família para os Estados Unidos e posteriormente ingressou na Universidade Harvard, onde estudou Economia.
Foi durante a graduação que conheceu Mark Zuckerberg e participou da criação do Facebook em 2004.
A própria B Capital descreve Saverin como primeiro investidor e cofundador do Facebook, destacando sua participação financeira nos primeiros estágios do negócio.
Depois de deixar a empresa, Saverin passou a investir em startups e construiu uma nova carreira no mercado de venture capital.
Hoje, é cofundador e co-CEO da B Capital, gestora global de investimentos com sede operacional em diferentes mercados e presença importante nos Estados Unidos e na Ásia.
A maior parte de sua fortuna, contudo, continua associada à participação que manteve na Meta Platforms ao longo dos anos.
A história de Eduardo Saverin começou em São Paulo, em uma família ligada ao empreendedorismo.
Seu avô, Eugênio Saverin, foi fundador da empresa de roupas infantis Tip Top, criada em São Paulo na década de 1950.
Na infância, Eduardo mudou-se com a família para os Estados Unidos.
O crescimento profissional de seu pai e preocupações relacionadas à segurança da família contribuíram para a mudança para Miami, onde Saverin passou parte da adolescência.
Posteriormente, ingressou em Harvard.
Foi na universidade que conheceu Mark Zuckerberg e se aproximou do projeto que daria origem ao Facebook.
No começo de 2004, Zuckerberg desenvolveu a plataforma inicialmente voltada aos estudantes de Harvard. Saverin participou do projeto como cofundador e investidor inicial, contribuindo com recursos financeiros para colocar a operação em funcionamento.
A parceria funcionou durante a fase inicial, mas os dois passaram a ter divergências conforme o Facebook crescia e a empresa começou a atrair novos investidores, executivos e estruturas societárias.
A relação acabou em disputa judicial.
Saverin alegou que sua participação havia sido diluída de forma inadequada durante uma reorganização da companhia.
O processo terminou em um acordo confidencial.
A Forbes informou posteriormente que o acordo reconheceu Saverin como cofundador e lhe deixou uma participação relevante na empresa. Em 2011, após vendas de ações, sua fatia era estimada em aproximadamente 2%.
Pouco antes da abertura de capital do Facebook, documentos apresentados à SEC mostravam que Saverin ainda possuía mais de 53 milhões de ações, equivalentes a pouco menos de 2% da companhia naquele momento.
A partir daí, sua trajetória tomou outro rumo.
Eduardo Saverin estudou na Universidade Harvard, onde concluiu sua graduação e se envolveu com atividades relacionadas a economia e investimentos.
A B Capital registra que ele possui um BA pela Harvard University.
Foi durante a universidade que desenvolveu o relacionamento com Mark Zuckerberg e entrou na criação do Facebook.
Sua contribuição inicial esteve principalmente ligada à parte financeira e empresarial do projeto.
Enquanto Zuckerberg concentrava grande parte do desenvolvimento técnico, Saverin ajudava a financiar despesas e a estruturar aspectos comerciais da empresa.
Esse papel é importante porque diferencia sua participação da de alguém que simplesmente comprou ações posteriormente.
Saverin estava envolvido no nascimento do negócio.
A experiência no Facebook acabou se tornando a base de sua futura carreira como investidor de tecnologia.
Depois de deixar a operação direta da companhia, passou a avaliar startups, realizar investimentos próprios e se aproximar do ecossistema de tecnologia asiático.
A trajetória profissional de Eduardo Saverin pode ser dividida em duas fases principais: Facebook e venture capital.
A primeira começou em Harvard.
Em 2004, Saverin participou da criação do Facebook ao lado de Zuckerberg e de outros nomes ligados aos primeiros anos da companhia.
Seu papel esteve relacionado principalmente à estrutura financeira e comercial inicial da empresa.
Com o rápido crescimento da plataforma, porém, surgiram conflitos societários.
Depois de deixar a empresa e resolver a disputa com Zuckerberg, Saverin permaneceu acionista.
Essa participação se tornaria extremamente valiosa conforme o Facebook expandia sua base de usuários, aumentava receitas e posteriormente abria capital.
A segunda fase começou com seus investimentos em startups.
Saverin mudou-se para Singapura em 2009 e passou a concentrar parte crescente de sua atividade profissional no ecossistema tecnológico asiático.
Antes mesmo da criação da B Capital, realizou investimentos em empresas como Tech in Asia, 99.co e outras startups de tecnologia.
Em 2015, fundou a B Capital ao lado de Raj Ganguly. Posteriormente, Howard Morgan integrou o grupo de fundadores da gestora.
A B Capital foi criada com uma estratégia global de venture capital e growth investing.
Hoje, Saverin ocupa o cargo de co-CEO da gestora ao lado de Raj Ganguly.
A empresa investe desde estágios iniciais até fases mais avançadas de crescimento.
Em 2026, a B Capital administrava mais de US$ 12 bilhões em ativos, segundo a Forbes.
Eduardo Saverin começou a investir ainda durante a juventude e desenvolveu interesse por economia e mercado durante o período em Harvard.
Sua trajetória como grande investidor, porém, está diretamente ligada ao Facebook.
Saverin foi o primeiro investidor da empresa que ajudou a fundar, fornecendo recursos para financiar as despesas iniciais da plataforma.
Esse investimento acabou se tornando o principal motor de criação de sua fortuna.
Mesmo depois da disputa societária e de deixar a operação da empresa, Saverin manteve uma participação acionária relevante.
Conforme o Facebook cresceu, essa participação se valorizou de forma expressiva.
Antes do IPO de 2012, Saverin possuía pouco menos de 2% da companhia, participação avaliada na época em mais de US$ 2 bilhões.
Posteriormente, passou a direcionar parte do patrimônio acumulado para startups.
Sua mudança para Singapura o aproximou especialmente de empresas em mercados asiáticos em expansão.
Esse movimento culminou na criação da B Capital, transformando uma atividade de investimento pessoal em uma operação institucional de venture capital.
Para entender esse tipo de investimento, vale conhecer também como funcionam as startups e as formas de investir nesse mercado.
A estratégia atual de Eduardo Saverin está concentrada principalmente em venture capital e empresas de tecnologia com potencial de expansão global.
Por meio da B Capital, Saverin investe em companhias desde fases iniciais até estágios mais avançados de crescimento.
A gestora concentra sua atuação em áreas como:
Tecnologia empresarial.
Inteligência artificial.
Saúde.
Fintechs.
Energia e resiliência.
Infraestrutura digital.
Empresas de software e tecnologia.
A B Capital afirma buscar empreendedores capazes de utilizar tecnologia para transformar setores tradicionais e construir negócios com potencial de expansão internacional.
Uma característica importante da estratégia é o enfoque cross-border, ou seja, identificar empresas que possam crescer além de seus mercados domésticos.
Saverin e Raj Ganguly já descreveram a estratégia da gestora como uma busca por empreendedores fora dos círculos tradicionais do Vale do Silício e por negócios capazes de solucionar problemas globais.
A companhia possui ainda uma parceria estratégica com o Boston Consulting Group, que oferece suporte às empresas investidas em áreas relacionadas à expansão e gestão.
Em julho de 2026, a B Capital anunciou um fundo de US$ 500 milhões voltado a startups em estágios iniciais, principalmente seed, série A e série B, com foco nos Estados Unidos e na Ásia.
A estratégia de Saverin, portanto, não está concentrada em selecionar ações negociadas diariamente na Bolsa.
Seu foco profissional atual está principalmente em empresas privadas de tecnologia com potencial de crescimento, característica típica dos fundos de venture capital.
Os principais ativos ligados à trajetória de Eduardo Saverin são sua participação na Meta Platforms e a B Capital.
Saverin participou da criação da companhia em 2004 e, apesar de ter reduzido sua participação ao longo do tempo, ainda possui uma pequena e valiosa fatia da Meta, segundo a Forbes.
Quem deseja acompanhar a companhia atualmente pode conferir o conteúdo sobre ações da Meta e como investir em META/Facebook e os dados do BDR M1TA34.
A gestora foi criada em 2015 e atualmente investe em empresas desde os estágios iniciais até rodadas de crescimento.
O portfólio inclui companhias de diferentes segmentos de tecnologia, saúde, fintech e infraestrutura digital.
Em 2026, a B Capital administrava mais de US$ 12 bilhões e havia realizado investimentos em centenas de companhias ao redor do mundo.
Ao longo de sua trajetória como investidor, Saverin também esteve associado a empresas como:
99.co.
Tech in Asia.
Jumio.
RedMart.
Hopscotch.
Ninja Van.
Esses investimentos ajudam a mostrar sua preferência por empresas digitais e negócios com forte potencial de crescimento na Ásia e em outros mercados.
As participações específicas podem mudar ao longo do tempo, por isso listas históricas não devem ser interpretadas como a carteira atual de Saverin.
O patrimônio de Eduardo Saverin é estimado em dezenas de bilhões de dólares e varia principalmente de acordo com o valor de sua participação na Meta Platforms e de seus demais investimentos.
Em 8 de setembro de 2026, a Forbes estimava sua fortuna em aproximadamente US$ 34,3 bilhões.
Naquele momento, Saverin aparecia entre as pessoas mais ricas do mundo.
O valor representa um crescimento muito expressivo em relação às estimativas da época do IPO do Facebook.
Em 2012, a Forbes calculava seu patrimônio em aproximadamente US$ 2,8 bilhões, com mais de US$ 2 bilhões associados diretamente às ações do Facebook que possuía naquele momento.
A maior parte de sua riqueza ainda deriva de uma participação pequena, mas valiosa, na Meta Platforms.
Isso também significa que sua fortuna pode variar significativamente conforme o preço das ações da companhia.
Por isso, os US$ 34,3 bilhões devem ser tratados como uma estimativa datada, e não como um valor permanente.
Eduardo Saverin não é conhecido por ter publicado livros próprios sobre investimentos, empreendedorismo ou tecnologia.
Também não existe uma lista consolidada de obras recomendadas pessoalmente por ele que possa ser tratada como parte de sua estratégia de investimento.
Sua produção pública ocorre principalmente por meio de entrevistas, participações em eventos de tecnologia e conteúdos relacionados à B Capital.
A história de Saverin, entretanto, aparece em diferentes obras sobre a criação do Facebook.
Uma das mais conhecidas é The Accidental Billionaires, de Ben Mezrich, livro que inspirou o filme A Rede Social.
É importante destacar, porém, que esse livro foi escrito por outro autor e apresenta uma narrativa sobre os acontecimentos, não uma autobiografia de Saverin.
Eduardo Saverin não mantém um curso, canal ou projeto próprio de educação financeira voltado ao público geral.
Sua atuação atual está concentrada principalmente na gestão da B Capital e no investimento em empresas de tecnologia.
Por meio da gestora, Saverin participa de eventos, entrevistas e discussões relacionadas a empreendedorismo, inovação e venture capital.
A B Capital também produz análises e conteúdos sobre tendências tecnológicas e setores nos quais investe, mas a empresa não funciona como uma plataforma tradicional de educação financeira.
Saverin atua também como mentor e conselheiro de empresas investidas pela gestora, segundo sua biografia oficial.
Portanto, sua relação com educação está mais próxima da orientação a empreendedores e executivos do que do ensino de investimentos para investidores individuais.
Alguns fatos ajudam a compreender melhor a trajetória do empresário:
Nasceu no Brasil: Eduardo Saverin nasceu em São Paulo e mantém cidadania brasileira. A Forbes atualmente registra sua cidadania como brasileira.
É um dos cofundadores do Facebook: participou da criação da empresa em Harvard em 2004 e foi seu primeiro investidor.
A família tem histórico empresarial: seu avô Eugênio Saverin fundou a marca infantil Tip Top em São Paulo.
Vive em Singapura: Saverin mudou-se para o país em 2009 e continua baseado na cidade-estado.
Renunciou à cidadania norte-americana: seu nome consta na publicação oficial norte-americana de pessoas que expatriaram em 2011.
A decisão ocorreu antes do IPO do Facebook: isso gerou especulações de que a medida tivesse objetivo tributário, mas Saverin negou publicamente essa motivação.
Casou-se com Elaine Andriejanssen: o casamento ocorreu em 2015.
Sua relação com Zuckerberg terminou em disputa societária: o processo foi encerrado por acordo, e Saverin continuou reconhecido como cofundador do Facebook.
Possuía pouco menos de 2% do Facebook antes do IPO: documentos divulgados na época indicavam mais de 53 milhões de ações.
Transformou-se em investidor profissional depois do Facebook: atualmente é cofundador e co-CEO da B Capital.
A B Capital administra mais de US$ 12 bilhões: o patrimônio sob gestão da empresa é separado da fortuna pessoal de Saverin e pertence aos fundos administrados pela gestora.
A maior parte de sua fortuna ainda está ligada à Meta: mesmo depois de vender parte das ações ao longo dos anos, a participação restante continua sendo sua principal fonte de riqueza.
A trajetória de Eduardo Saverin combina empreendedorismo, tecnologia e investimentos.
Sua primeira grande decisão de investimento ocorreu ainda na universidade, quando ajudou a financiar uma pequena rede social destinada inicialmente a estudantes de Harvard.
O Facebook se transformou posteriormente em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e tornou Saverin bilionário.
Depois da saída da operação, ele construiu uma segunda carreira como investidor de startups.
A criação da B Capital consolidou essa mudança, permitindo que Saverin passasse de investidor individual a gestor de uma plataforma global de venture capital.
Sua história também mostra como investimentos em empresas em estágio inicial podem gerar retornos muito elevados, mas envolvem riscos igualmente altos.
Para quem deseja conhecer melhor esse mercado, o Investidor10 possui um conteúdo explicando o que é startup e como funciona esse tipo de empresa e uma área dedicada a startups e investimentos alternativos.
Investidor10: sua plataforma de análise de investimentos, gestão de carteira, acompanhamento de dividendos e apoio ao Imposto de Renda.
Conheça 6 investidores que construíram patrimônio na bolsa brasileira: estratégias, carteiras e filosofias.
Publicado em 05/08/2026Conheça as empresas que compõem o portfólio do maior investidor do mundo: Coca-Cola, Bank of America, Alphabet, Kraft Heinz e mais.
Publicado em 10/08/2026