🚨 O empresário
Nelson Tanure quebrou o silêncio após ser alvo de uma medida de "busca pessoal" emitida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira (14).
Por meio de nota oficial, Tanure manifestou surpresa com a ação, mas garantiu ter atendido aos agentes com prontidão. O ponto central de sua defesa é a negativa veemente de qualquer controle ou participação societária no extinto
Banco Master, seja de forma direta ou indireta.
Tanure foi além e rechaçou a existência de instrumentos financeiros que pudessem mascarar uma relação de sócio, como
debêntures conversíveis em ações ou opções de compra.
Segundo ele, sua relação com a instituição era "estritamente comercial", figurando apenas como cliente e aplicador, assim como mantém com diversas outras instituições no país e no exterior.
O empresário destacou que o banco prestava serviços de gestão de fundos e operações de crédito para suas empresas, sem que ele tivesse qualquer ingerência na administração ou conhecimento das operações internas da casa.
Distanciamento e perdas financeiras
Um dos trechos mais relevantes da nota refere-se ao distanciamento gradual que Tanure afirma ter buscado.
Ele declarou que vinha reduzindo sua exposição ao Banco Master "há bastante tempo" e que os valores que ainda possuía na instituição representam prejuízos que ele classifica como "suportáveis", inerentes ao risco de mercado.
O empresário também negou qualquer conhecimento ou participação em negócios do Master com outras instituições citadas nas investigações, como:
Confiança na Justiça e celular recolhido
Aos 50 anos de vida empresarial, Tanure classificou como "inusitada" a cena de ter seu celular recolhido pelas autoridades. Apesar do desconforto, ele reafirmou sua confiança na seriedade das investigações e na Justiça brasileira.
📊 O empresário acredita que a apuração dos fatos comprovará que suas relações foram integralmente lícitas e que, no final, ele sairá do caso como um cliente que, infelizmente, sofreu prejuízos financeiros com a queda do banco.