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O setor petrolífero brasileiro recebe um impulso com o 4º leilão de petróleo da União. O certame, que bateu recorde de interesse, deve gerar R$ 15 bilhões para o país e impulsionar a exploração de novas reservas. De acordo com a Diretora Técnica da PPSA (Pré-Sal Petróleo), Tabita Loureiro, empresa pública responsável pela gestão dos contratos de partilha de produção do pré-sal da União, este será o leilão com o maior número de competidores habilitados até o momento.
🎉 O recorde anterior de participantes pertence ao 3º leilão, realizado em novembro de 2021, quando seis empresas enviaram documentação e três apresentaram lances. A disputa, prevista para próxima quarta-feira (31), contará com dez empresas habilitadas: Petrobras, Refinaria de Mataripe, CNOOC Petroleum Brasil, ExxonMobil Exploração Brasil, Equinor Brasil Energia, Galp Energia Brasil, PetroChina International Brazil Trading, PRIO Comercializadora, Shell Trading Brasil e TotalEnergies EP Brasil.
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No leilão de partilha, serão oferecidos 37,5 milhões de barris de petróleo, que correspondem ao excedente da produção estimada dos campos de Mero e Búzios para 2025. Além disso, o leilão incluirá três lotes de Mero — dois com 12 milhões de barris cada e um com 11 milhões de barris — e um lote de Búzios, com 2,5 milhões de barris.
🎆 O preço do petróleo Brent será a referência para definir o valor mínimo inicial dos lotes, com um desconto de US$ 4,40 para Mero e US$ 4,25 para Búzios. O preço do petróleo, que abriu a semana próximo a US$ 80 o barril, terá influência direta no leilão. Caso os lances iniciais sejam muito próximos, a disputa será realizada em tempo real, com a possibilidade de ofertas abaixo do valor mínimo estabelecido.
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