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Hidrovias do Brasil (HBSA3) reportou prejuízo de R$ 361 milhões no quarto trimestre do ano (
4T25), menor que o saldo negativo de um ano antes. No acumulado de 2025, o prejuízo ficou em R$ 141 milhões, também abaixo do resultado vermelho de R$ 569 milhões em 2024.
Os números divulgados pela companhia nesta segunda-feira (2) demonstram que os negócios ainda se recuperam do reconhecimento baixista dos ativos da Navegação Costeira, cuja venda foi concluída em novembro de 2025, no valor de R$ 248 milhões.
Só que com a holding diversificada
Ultrapar (UGPA3) aumentando sua participação na Hidrovias do Brasil para 40% e incorporando os riscos da operação, a empresa que utiliza os rios do Brasil para transportar as riquezas do agronegócio já começa a melhorar o seu ROIC e reduzir drasticamente sua alavancagem de 7 vezes no final de 2024 para 2,3 vezes no final de 2025.
A receita operacional líquida consolidada foi de R$ 509 milhões no 4T25, bem acima dos R$ 265 milhões um ano antes. No acumulado do ano passado, o indicador angariou R$ 2,46 bilhões, salto de +41% na comparação anual.
A Hidrovias do Brasil atingiu um marco histórico ao superar, pela primeira vez, o patamar acima de R$ 1 bilhão em Ebitda Ajustado recorrente ao longo de 2025, refletindo a recuperação operacional. O saldo foi de R$ 1,12 bilhão, contra R$ 578 milhões em 2024, variação positiva de +95%.
Durante o 4T25, a empresa movimentou 3,59 mil toneladas de cargas, crescimento de +65% na comparação anual, ao passo que, no acumulado do ano passado, o volume total foi de 17,8 mil toneladas, expansão de +22%.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Hidrovias do Brasil (HBSA3) há 12 meses, hoje você teria R$ 2.140,00, já considerando o reinvestimento dos
dividendos. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 1.537,36 nas mesmas condições.