GPA (PCAR3) encerra 4T25 com prejuízo de R$ 572 milhões

No trimestre, o prejuízo das operações continuadas totalizou R$ 523 milhões.

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Publicado em 25/02/2026 às 07:57h - Atualizado 3 minutos atrás Publicado em 25/02/2026 às 07:57h Atualizado 3 minutos atrás por Elanny Vlaxio
No conceito de mesmas lojas, houve avanço de 2,7% (Imagem: Shutterstock)
No conceito de mesmas lojas, houve avanço de 2,7% (Imagem: Shutterstock)
💸 O GPA (PCAR3) encerrou o 4T25 (quarto trimestre de 2025) com prejuízo líquido consolidado de R$ 569 milhões, redução de 48,4% frente à perda de R$ 1,103 bilhão registrada no mesmo período de 2024. Considerando apenas as operações continuadas atribuídas aos controladores, o prejuízo foi de R$ 523 milhões, melhora de 29,0% na comparação anual.
No trimestre, o prejuízo das operações continuadas totalizou R$ 523 milhões, ante R$ 737 milhões um ano antes. A melhora foi impactada principalmente pelo efeito positivo de R$ 179 milhões na linha de Imposto de Renda.
Em outro caso, a receita bruta somou R$ 5,560 bilhões no 4T25, leve queda de 0,4% sobre o 4T24. Já a receita líquida recuou 2,0%, para R$ 5,114 bilhões. Excluindo o formato Aliados, as vendas totalizaram R$ 5,5 bilhões, com crescimento de 2,4%.
💰 No conceito de mesmas lojas, houve avanço de 2,7%. O Pão de Açúcar registrou alta de 1,8% e o Extra Mercado cresceu 4,0% em mesmas lojas, enquanto o formato de proximidade apresentou expansão de 11,5% nas vendas totais. A margem bruta atingiu 27,7%, avanço de 0,5 ponto percentual na comparação anual, com lucro bruto de R$ 1,415 bilhão.
Já a margem Ebitda ajustado avançou para 10,0%, ganho de 0,4 ponto percentual. As despesas gerais e administrativas recuaram 21,1%, totalizando R$ 129 milhões no trimestre. Na outra ponta, as Outras Receitas e Despesas Operacionais somaram R$ 618 milhões negativos no trimestre.
🤑 Além disso, o resultado financeiro líquido pós-IFRS 16 foi negativo em R$ 325 milhões no 4T25, equivalente a 6,4% da receita líquida. As receitas financeiras cresceram 103,5%, impulsionadas por efeito não recorrente de R$ 86 milhões relacionado à atualização monetária de créditos tributários. Já as despesas financeiras aumentaram 27,0%.