Diga-se de passagem, o
FII KNCR11, gerido pela renomada Kinea Investimentos, conseguiu a façanha de angariar R$ 3,18 bilhões durante a sua 12ª emissão de cotas, até então, a maior operação já realizada por um fundo imobiliário na bolsa de valores brasileira, a B3.
Lá no ano passado, a expectativa era que o Kinea Rendimentos Imobiliários atraísse em torno de R$ 2,5 bilhões. Só que agora, esse
FII de papel acumula um patrimônio líquido de quase R$ 11 bilhões.
O seu relatório gerencial mais recente aponta que 80% de sua carteira está alocada em
CRIs com remuneração pós-fixada, cuja taxa média é de
CDI+ 2,08% ao ano e com prazo médio de 3,7 anos.
Por conta da
taxa Selic ainda em patamar elevadíssimo ao longo de 2026, os dividendos mensais pagos pelo
FII KNCR11 são competitivos, sobretudo, em comparação ao que os
FIIs de tijolo entregam. Só que o ciclo iminente de cortes da taxa básica de juros tende a afetar gradativamente tais proventos.