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Elétricas e bancos se destacam entre as ações que menos surpreendem os investidores da bolsa brasileira. É que essas são as companhias mais comuns na lista das 10 ações de menor volatilidade do Ibovespa.
📉 As ações menos voláteis do Ibovespa foram mapeadas pela Elos Ayta Consultoria, com base no desempenho dos papeis que compõem o principal índice da B3 ao longo dos últimos 12 meses.
O levantamento é liderado pela Taesa (TAEE11), a única ação a apresentar uma volatilidade menor do que o Ibovespa nesse período. Ou seja, a apresentar variações mais sutis do que as do principal índice da B3.
A volatilidade indica quanto um ativo sobe e desce ao longo do tempo. Logo, ações mais voláteis apresentam maiores variações de preço, enquanto ações de menor volatilidade tendem a apresentar uma cotação mais constante.
"Identificar e entender as ações com menor volatilidade pode ser um diferencial estratégico para investidores que buscam preservar seu capital e obter retornos consistentes", comentou o CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero.
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💡 Além da Taesa, outras três elétricas figuram na lista das 10 ações menos voláteis do Ibovespa: Engie Brasil (EGIE3), CPFL Energia (CPFE3) e Copel (CPLE6).
Para o CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero, a forte presença de elétricas no ranking se deve à "natureza regulada do setor e a receitas previsíveis, o que atrai investidores em busca de estabilidade".
O setor financeiro também se destaca, com dois bancos, uma holding e uma seguradora no ranking, devido à "solidez e a resiliência financeira dessas instituições".
"A concentração de ações de setores essenciais, como energia e bancos, reforça a percepção de que empresas com fundamentos sólidos e previsibilidade financeira são as preferidas", comentou Einar Rivero.
Ainda de acordo com a Elos Ayta Consultoria, o Ibovespa teve uma volatilidade de 13,58 nos últimos 12 meses, considerando o fechamento da sexta-feira (5).
A volatilidade do Ibovespa diminuiu no primeiro semestre, o que, de acordo com Einar Rivero, "pode ser interpretado como um sinal de estabilidade, mas também pode indicar uma falta de oportunidades de arbitragem e movimentos significativos no mercado, desestimulando investidores a movimentarem seus ativos".
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