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Ibovespa (IBOV) inicia a sessão desta sexta-feira (6) operando muito próximo da estabilidade, em um pregão marcado pela cautela dos investidores diante de uma combinação de fatores externos, incertezas fiscais no Brasil e a repercussão dos balanços corporativos.
Por volta das 13h10 (horário de Brasília), o principal índice da B3 caia 0,07%, sendo cotado aos 181.983 pontos.
No mercado de câmbio, o
dólar à vista acompanha o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior e opera em queda frente ao real. No mesmo horário, a divisa recuava 0,64%, cotada a R$ 5,22. Mais cedo, a moeda chegou a ser cotada em R$ 5,21.
Vale recua e Petrobras anda de lado
Entre os pesos-pesados, as ações da
Vale (VALE3) ampliam as perdas e caem 0,90%, negociadas a R$ 85,67, em um movimento de ajuste após sessões recentes de alta.
Já os papéis da
Petrobras (PETR4) operam praticamente estáveis, acompanhando a oscilação do petróleo no mercado internacional.
Bradesco pesa no índice após balanço
No setor bancário, o destaque negativo é o
Bradesco (BBDC4). As ações preferenciais chegaram a recuar cerca de 4,40% e figuram como a maior baixa do dia até o momento, refletindo a reação do mercado ao balanço do quarto trimestre e a realização de lucros após a forte valorização recente.
O desempenho do Bradesco ajuda a limitar ganhos mais consistentes do Ibovespa, dado o peso relevante do setor financeiro na composição do índice.
Exterior e cripto no radar
No cenário internacional, investidores acompanham de perto as negociações entre Estados Unidos e Irã, além da proximidade das eleições no Japão, fatores que influenciam o humor global.
📊 No mercado de criptoativos, o
Bitcoin (BTC) se recupera e volta a ser negociado acima dos US$ 68 mil, após a maior queda diária desde o colapso da FTX, trazendo algum alívio ao segmento de ativos digitais.