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Brava Energia (BRAV3) terminou 2025 com uma produção média anual de 81,3 mil boe/d (barris de óleo equivalente por dia), um salto de 46% frente à média de 2024, quando produziu 55,7 mil boe/d. Dentro do portfólio, os campos Papa-Terra, na bacia de Campos, e Atlanta, na bacia de Santos, brilharam como destaques, alcançando os melhores resultados anuais históricos em produção e eficiência.
O terceiro trimestre tornou-se o grande marco do período, com a produção atingindo o pico de 91,8 mil boe/d, consolidando uma sequência de recordes sucessivos. No segmento offshore, a evolução foi alavancada pela conclusão da primeira fase do projeto Atlanta.
A produção do ativo cresceu de uma média de 18,8 mil boe/d no primeiro trimestre de 2025 para 30 mil boe/d no terceiro trimestre, reforçando os ganhos operacionais obtidos no ambiente marítimo. Em terra, a Brava garantiu consistência às operações com campanhas de revitalização nos complexos Recôncavo e Potiguar. Essas iniciativas resultaram em produção média anual de 33,3 mil boe/d no segmento onshore.
💲 Em dezembro, a produção média da Brava Energia ficou em 74,6 mil boe/d. Lembrando que a empresa reportou lucro líquido de R$ 120,7 milhões no 3T25 (terceiro trimestre de 2025), representando redução de 75,8% em comparação ao mesmo período do exercício anterior.
Conforme a empresa, o resultado foi impactado, principalmente, pela despesa financeira relacionada à antecipação dos recebíveis vinculados ao financiamento do projeto de adaptação do navio-plataforma FPSO Atlanta. Excluindo tal efeito, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 681,3 milhões, já considerando os efeitos fiscais.