Google (GOGL34) fecha maior negócio da sua história e compra Wiz por US$ 32 bi
O acordo, considerado o maior da história, coloca o Google em uma disputa ainda mais acirrada com Microsoft e Amazon.
📉 As ações da Alphabet (GOOGL), holding que controla o Google, caíam mais de 5% nesta quinta-feira (21), cotadas a US$ 166,55 na bolsa de tecnologia dos Estados Unidos, a Nasdaq. Também o BDR GOGL34 negociado diretamente no Brasil chegou a tombar quase 6%, ao redor de R$ 80,50.
Todo esse temor dos acionistas da gigante, com mais de US$ 2 trilhões em valor de mercado, tem um nome: a possível venda do seu navegador de internet Chorme, como tentativa de pôr um fim ao seu monopólio de buscas.
A briga com o Google é encabeçada pelo Departamento de Justiça dos EUA, que exige a interrupção permanente do controle que a companhia detém no mercado de pesquisas online, permitindo que empresas rivais acessem o navegador, já que muitos usuários consideram o Chrome a porta de entrada à internet.
Embora analistas de Wall Street avaliem como remota essa possibilidade de venda do navegador, fato é que o Google se veria impedido de firmar acordos de exclusão com concorrentes como Apple (AAPL34) e Samsung, integrando um conjunto de soluções que durariam dez anos.
No longo prazo, as ações do Alphabet têm entregado valorizações consistentes aos seus acionistas. Se você tivesse investido R$ 1 mil no BDR GOGL34 há cinco anos, hoje você teria R$ 4.015,00, já considerando o reinvestimento dos dividendos, conforme dados do Investidor10.
Por outro lado, a mesma aplicação inicial no Ibovespa teria retornado apenas R$ 1.173,30, enquanto o ETF IVVB11, que replica o índice americano S&P 500, renderia R$ 2.964,30, no mesmo prazo.
➡️ Leia mais: Ação nos EUA de saúde pode subir quase 40% em dólar, aponta Wall Street
O acordo, considerado o maior da história, coloca o Google em uma disputa ainda mais acirrada com Microsoft e Amazon.
Ações da gigante de tecnologia despencam no pregão estendido em Wall Street, por não atingirem receitas de US$ 96,7 bilhões esperadas por analistas