21 ações que pagarão mais dividendos em 2025, segundo BTG Pactual
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
💲 O fundo imobiliário BROF11 anunciou um aumento significativo nos resultados de setembro, com um lucro contábil de R$ 7,47 milhões, conforme relatório gerencial divulgado na sexta-feira (18).
O fundo distribuiu R$ 0,44 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 11,1%, um atrativo para investidores que buscam rendimentos consistentes.
Comparado ao mês anterior, em que o fundo registrou um lucro de R$ 5,7 milhões, o crescimento foi expressivo.
Este é o terceiro mês consecutivo de aumento nos rendimentos, alinhado com as previsões feitas pela gestora. A estratégia vem reforçando a confiança dos investidores, que observam um crescimento consistente nos lucros do fundo.
Outro ponto relevante foi a conclusão do processo de "mensalização" dos pagamentos de aluguel pelo Edifício Águas Claras, ocupado pela Vale (VALE3).
A antecipação de pagamentos, que se estenderá até maio de 2025, garante maior previsibilidade de receita para o fundo.
Após esse período, um novo contrato de locação de 60 meses será firmado, garantindo a ocupação do ativo por um longo prazo.
Atualmente, o fundo mantém uma taxa de ocupação média de 93,6% nos seus imóveis, com a gestora focada em maximizar o valor do portfólio, seja por meio da locação de espaços vagos ou da venda de ativos.
Para o próximo ano, a gestora projeta um aumento nos rendimentos distribuídos, com estimativa de R$ 0,55 por cota, elevando o dividend yield para cerca de 14%. Essa expectativa de crescimento é vista como um ponto de destaque para os investidores que buscam dividendos robustos.
🔴 Leia mais: BTG Pactual (BPAC11) recebe aval para compra de hotéis da AccorInvest no Brasil
Por outro lado, o BROF11 tem enfrentado desafios no mercado secundário, onde suas cotas registraram queda de valor.
A gestora atribui essa desvalorização a um cenário macroeconômico desafiador e à redução temporária dos dividendos devido ao período de carência da Caixa Econômica Federal em um de seus ativos, o Passeio Corporate.
O fundo imobiliário BROF11, com um patrimônio estimado em R$ 1,2 bilhão, atua no segmento de lajes corporativas, focando em gerar valor através de investimentos em imóveis comerciais localizados em regiões estratégicas do Brasil.
Seu portfólio inclui três ativos principais: o Passeio Corporate, no Rio de Janeiro; o Edifício Águas Claras, em Nova Lima (MG); e o E-Tower, em São Paulo.
📈 Com a combinação de ativos de alto padrão e uma estratégia de gestão voltada para a maximização de valor, o BROF11 continua a se posicionar como uma opção para investidores.
Veja a lista de companhias brasileiras que podem garantir uma boa renda passiva
Saiba quais classes de investimentos são destaques positivos no mês e quais deram dor de cabeça aos investidores