Azul (AZUL4) aprova homologação de aumento de capital no valor de R$ 3,1 bi
Mesmo com o anúncio, as ações da empresa recuavam 0,30%, a R$ 3,29.
O CEO da Azul (AZUL4), John Rodgerson, afirmou que não faz sentido o Brasil ter o "combustível mais caro do mundo", se o País tem o petróleo como um de seus principais ativos. A fala foi dita durante entrevista coletiva com jornalistas, na tarde desta terça-feira (14).
Veja também: Natura (NTCO3) assina acordo para venda da The Body Shop por US$ 254 mi
"O Brasil é um país que refina petróleo, mas por que não temos petróleo mais barato aqui? Por que abastecer em Miami é 30% mais barato? Isso não é bom para o Brasil", disse Rodgerson.
"O país que tira petróleo do chão, que tem isso como ativo, ter o combustível mais caro do mundo não faz sentido para ninguém", complementou o CEO da Azul.
Rodgerson deu a entender que a forma como são formados os preços dos combustíveis no Brasil não torna o cenário mais fácil para as aéreas.
Mesmo com o anúncio, as ações da empresa recuavam 0,30%, a R$ 3,29.
A operação, se concretizada, tem como principal objetivo fortalecer a estrutura de capital da companhia.