Raízen (RAIZ4) volta a ser “ação de centavos”, com mercado de olho na dívida
Um dos principais gatilhos para a queda foi a confirmação da aquisição da participação da japonesa Sumitomo na Raízen Biomassa.
💲 A Raízen Energia (RAIZ4) aprovou neste sábado, 1º de novembro, uma ampla reestruturação societária com foco na consolidação das suas operações no segmento de bioenergia.
A reorganização foi aprovada por unanimidade em Assembleia Geral Extraordinária e integra o plano estratégico do grupo para centralizar ativos relacionados à produção de etanol, cana-de-açúcar e energia de biomassa em uma única controladora.
A primeira etapa do processo envolve a cisão parcial da subsidiária Bioenergia Barra, com a incorporação da parcela patrimonial correspondente pela Raízen Energia.
Em seguida, serão incorporadas quatro empresas de cogeração de energia a partir da biomassa: CoGen Jataí, CoGen Costa Pinto, CoGen Univalem e CoGen Santa Cândida II. Juntas, essas companhias somam mais de R$ 1,1 bilhão em patrimônio líquido.
➡️ Leia mais: Black Friday promete recorde de vendas e pode agitar ações da B3; veja quais
Na terceira fase da reorganização, a Raízen Centro-Sul S.A. (BSV1) realizará a cisão parcial de seus ativos e passivos operacionais e financeiros, que também serão incorporados pela Raízen Energia.
De acordo com a ata da assembleia, a medida busca otimizar a estrutura de capital e operacional da companhia, promovendo ganhos de eficiência administrativa e financeira.
A companhia informou que nenhuma das etapas resultará em aumento de capital, emissão de novas ações ou direito de retirada aos acionistas.
📊 As alterações fazem parte de um movimento maior dentro do Grupo Raízen para simplificar sua estrutura corporativa e fortalecer a integração vertical das operações de bioenergia.
Um dos principais gatilhos para a queda foi a confirmação da aquisição da participação da japonesa Sumitomo na Raízen Biomassa.
Segundo a nota, os resultados do ano-safra 25/26 serão divulgados em 12 de fevereiro.