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PetroRecôncavo (RECV3) informou que sua produção média diária em janeiro de 2026 ficou em 24,1 mil boe/dia (barris de óleo equivalente por dia), o que representa uma queda de 3,5% na comparação com dezembro.
De acordo com a companhia, o recuo foi provocado por uma parada programada na UTG Catu, que impactou o Ativo Bahia. Ainda na Bahia, houve também uma interrupção não programada em cinco campos por um dia, em razão de falha no fornecimento de energia elétrica.
No Ativo Potiguar, a produção somou 12,1 mil boe/dia, redução de 0,6% frente ao mês anterior. A produção de petróleo foi de 7,7 mil barris por dia, com queda de 2,5%, influenciada por falhas em poços de alta vazão no polo Sabiá e pelo declínio natural após o fluxo inicial de poços que passaram por workovers recentes.
💰 Parte desse impacto foi compensada pelo aumento da produção em Riacho da Forquilha após intervenções de reparo. Já a produção de gás natural no ativo cresceu 3,0%, alcançando 4,4 mil boe/dia, impulsionada pela entrada em operação de poços após workovers realizados em Riacho da Forquilha.
No Ativo Bahia, a produção foi de 12,0 mil boe/dia, queda de 6,3% em relação a dezembro, sendo 6,0 mil barris por dia de petróleo e 6,0 mil boe/dia de gás. A retração do petróleo refletiu a parada na UTG Catu, combinada com uma manutenção de oportunidade no polo Miranga por um dia, além da interrupção no fornecimento de energia elétrica.
No campo de Tiê, a produção também foi afetada por intervenções em dois poços para workovers. A produção de gás natural no ativo igualmente recuou 6,3%, pelos mesmos motivos.
📊 Lembrando que a empresa reportou lucro líquido de R$ 122 milhões no 3T25 (terceiro trimestre de 2025), recuo de 23% frente aos R$ 158,8 milhões registrados um ano antes. O Ebitda (lucro antes dos juros) totalizou R$ 349,9 milhões, queda de 20%.