Com isso, o famoso
ChatGPT, geralmente a primeira ferramenta de IA que vem à mente dos brasileiros, foi deixado de escanteio. Até mesmo o sistema de linguagens autônomo
Claude, que nas últimas semanas fez empresas de softwares listadas em bolsas de valores mundo afora perderem bilhões de dólares em valor de mercado, também não passou no crivo do Pentágono.
Os documentos oficiais apontam que a formalização da IA Maven, criada pela Palantir, como a principal ferramenta das forças armadas dos EUA, será concluída até o fim de setembro. Logo, a adoção da plataforma se dará em todos os ramos militares americanos.
Para quem não sabe, a IA Maven é capaz de processar grandes volumes de dados do campo de batalha e já vem sendo utilizada na
guerra contra o Irã. A plataforma integra informações de satélites, drones, radares e relatórios de inteligência para identificar possíveis ameaças e alvos, como veículos, instalações e estoques de armamentos.
Apesar de ações da
Palantir Technologies (PLTR) acumularem queda de -15% em 2026, ao também serem impactadas pela disparada do petróleo no mundo acima de US$ 100 por barril, nos últimos cinco anos, quem investiu na empresa viu o seu patrimônio se valorizar +522%. O lucro é maior que os +88% entregues pelo
ETF QQQ, que replica o desempenho das
100 maiores empresas de tecnologia dos EUA.
Até mesmo se discute que a startup Anthropic, com sua ferramenta Claude, pode ultrapassar as receitas da OpenAI, a criadora do ChatGPT, ainda em 2026, caso mantenha seu crescimento de 10 vezes ao ano, contra 3 vezes ao ano da rival.