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💻 O mundo foi pego de surpresa na manhã desta sexta-feira (19), pelo horário de Brasília, com um apagão que afetou diversos serviços. Segundo agências de monitoramento, a falha impactou voos, operações bancárias e até serviços de emergência, como hospitais.
O bilionário de tecnologia Elon Musk descreveu o problema como “a maior falha de TI de todos os tempos”. Outros especialistas corroboram com a descrição e dizem se tratar do maior apagão tecnológico da história.
De acordo com as informações que puderam ser apuradas durante o problema, a falha teria sido causada por um problema na atualização dos sistemas da Crowdstrike (C2RW34), uma empresa de segurança que presta serviços para a Microsoft (MSFT34).
Em comunicado divulgado pela manhã, a empresa afirmou que o apagão não se trata de um ataque cibernético. "A Crowdstrike está ativamente trabalhando com clientes impactados por um defeito encontrado em uma atualização de conteúdo para servidores Windows. Servidores Mac e Linux não foram impactados”, disse.
Não demorou muito para que os investidores mostrassem seu descontentamento com a empresa e, negociadas em Nasdaq, as ações registraram queda de 15%. O BDR, negociado na bolsa de valores do Brasil, foi pelo mesmo caminho e desabou 12%, para R$ 79.
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A Microsoft é hoje a plataforma que grande parte das empresas usa para hospedar seus serviços, por meio do sistema operacional Windows. Ao contrário do rival Linux, é um sistema fechado, e, diferente do outro concorrente MacOS, é mais barato. Por isso, quase todas as pessoas usam o Windows em seus computadores.
Tendo, portanto, essa capilaridade global, uma falha de segurança pode afetar quase todas as empresas de uma vez só. Foi isso o que se viu durante a manhã em várias partes do mundo.
No Reino Unido, vários hospitais indicaram que só estavam atendendo casos urgentes por estarem com dificuldade de acessar o histórico médico. Na Austrália, os clientes sequer conseguiam pagar suas compras com cartão bancário nos supermercados.
Nos Estados Unidos, a rede de TV Sky News ficou fora do ar durante toda a manhã. Por aqui, no Brasil, a companhia aérea Azul disse que o sistema de gestão de reservas foi afetado, então os check-ins tiveram de ser feitos presencialmente, o que gerou inúmeros filas nos aeroportos.
A CrowdStrike está trabalhando ativamente com clientes afetados por um defeito encontrado em uma única atualização de conteúdo para hosts do Windows. Os hosts Mac e Linux não são afetados. Não se tratou de um ataque cibernético.
O problema foi identificado, isolado e uma correção foi implantada. Encaminhamos os clientes para o portal de suporte para obter as atualizações mais recentes e continuaremos a fornecer atualizações completas e contínuas em nosso site.
Além disso, recomendamos que as organizações se comuniquem com os representantes da CrowdStrike por meio de canais oficiais. Nossa equipe está totalmente mobilizada para garantir a segurança e estabilidade dos clientes CrowdStrike.
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