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Oncoclínicas (ONCO3) se manifestou oficialmente após ser questionada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) sobre uma notícia envolvendo uma medida judicial movida pela companhia contra o
Banco de Brasília (BSLI4). A notícia tratava da posição acionária do banco na empresa de serviços oncológicos.
Segundo a Oncoclínicas, a ação judicial mencionada na reportagem existe e foi ajuizada com o objetivo de resguardar direitos previstos em um instrumento de repactuação firmado anteriormente com o Banco Master. O processo tramita sob segredo de justiça.
A companhia relembrou que, em 18 de novembro de 2025, divulgou fato relevante informando o vencimento antecipado integral de seu crédito contra o Banco Master e o Banco Master de Investimento, após a decretação de liquidação extrajudicial dessas instituições.
💰 Na ocasião, também comunicou que adotaria medidas para formalizar e exercer a opção de compra sobre cotas de fundos de investimento que detêm ações da Oncoclínicas.Posteriormente, a empresa informou que recebeu da administradora dos fundos a confirmação de que essas cotas haviam sido transferidas pelo Banco Master ao BRB.
A Oncoclínicas afirmou não ter conhecimento dos termos dessa transferência. Em relação ao conteúdo da ação judicial, a companhia esclareceu que, ao contrário do que foi divulgado na reportagem, o pedido não tem como objetivo discutir diretamente o percentual de participação acionária do BRB.
A medida busca, segundo a empresa, impedir que o banco promova alterações na gestão ou na governança dos fundos envolvidos, bem como que disponha das cotas e dos ativos desses fundos, mantendo as ações da Oncoclínicas no patrimônio dos veículos de investimento até a solução definitiva do caso.
👀 A empresa reforçou ainda que o BRB não exerceu direito de voto nem na assembleia geral extraordinária que deliberou sobre aumento de capital, nem na assembleia mais recente que tratou da eleição do conselho de administração.