Lojas Renner (LREN3) pagará R$ 189,5 milhões em JCP: veja quem tem direito
O valor equivale a R$ 0,19 por ação e contempla a base acionária até o dia 25 de março de 2025.
📊 O setor varejista brasileiro atravessa um período turbulento em 2024, com suas ações enfrentando quedas significativas devido a tendências econômicas desanimadoras e incertezas fiscais.
O JPMorgan revisou o setor, oferecendo uma análise detalhada e destacando ações com potencial de curto prazo.
As avaliações das empresas do setor varejista estão próximas de suas mínimas históricas, variando entre 9 e 13 vezes o P/L (preço sobre lucro) estimado para 2025.
Este cenário é considerado razoável para o setor, mas o JPMorgan enfatiza que, no curto prazo, a discussão sobre o valuation é menos relevante. O foco deve estar em outros fatores, como:
No cenário atual, o JPMorgan recomenda a exposição de curto prazo nas seguintes ações:
A empresa é vista como uma boa oportunidade devido ao término do ciclo de revisões para baixo e à expectativa de uma revisão em alta de cerca de 10% no lucro por ação (LPA) para 2025.
Após um 2023 difícil, a Lojas Renner (LREN3) deve entrar no segundo semestre de 2024 com uma execução fortalecida, melhorando a margem bruta e beneficiando-se de iniciativas de eficiência.
Apesar da volatilidade no curto prazo, a integração dos produtos da Avon na plataforma Natura LatAm é vista como um fator positivo para 2025.
A alavancagem baixa e a potencial cisão da Avon International são pontos favoráveis.
A Natura&Co (NTCO3) também negocia com o maior rendimento de fluxo de caixa livre (FCF) do setor de varejo latino-americano.
📈 Além das principais recomendações, o JPMorgan também vê potencial em outras empresas do setor:
A empresa é favorecida por catalisadores seculares no setor farmacêutico, que devem sustentar um crescimento elevado.
A RD Saúde oferece a melhor execução e escala, permitindo ganhos de participação em um mercado fragmentado.
A resiliência do modelo de negócio, a diversificação geográfica e a visibilidade de lucros tornam a empresa uma escolha atraente.
Embora enfrente desafios de governança, a Vivara possui um modelo de negócios sólido e boas perspectivas de crescimento.
A empresa é uma das melhores em termos de resultados no setor.
O JPMorgan alerta para a volatilidade nos resultados de empresas como Assaí (ASAI3) e Carrefour Brasil (CRFB3) devido ao ambiente competitivo e à alta alavancagem. Especificamente:
Apesar de fundamentos sólidos, a empresa enfrenta desafios relacionados à tributação e juros elevados. A volatilidade dos resultados é um fator de risco, apesar das expectativas de crescimento de lucro por ação.
A empresa deve se beneficiar de um aumento nas conversões e de uma base de comparação favorável no curto prazo. No entanto, a perspectiva de lucro por ação a médio prazo é menos otimista.
O JPMorgan recomenda evitar a exposição nas seguintes ações devido aos riscos elevados:
Embora apresente resultados razoáveis em termos de margem, a alta volatilidade dos resultados e a elevada alavancagem tornam a ação arriscada no contexto atual de taxas de juros altas e competição intensa.
A empresa enfrenta desafios significativos de alavancagem e baixa visibilidade no plano de expansão, além de uma deterioração dos lucros nos últimos anos.
💲 A análise do JPMorgan sobre o setor varejista brasileiro oferece uma visão clara das oportunidades e riscos para 2024.
A recomendação é focar em empresas com boa visibilidade de lucros e resiliência operacional para enfrentar os desafios econômicos atuais.
As principais apostas do banco são Lojas Renner e Natura&Co, enquanto a cautela é aconselhada em relação a Magazine Luiza (MGLU3) e Pague Menos (PGMN3).
O valor equivale a R$ 0,19 por ação e contempla a base acionária até o dia 25 de março de 2025.
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