Dividendos do IRB (Re) (IRBR3) podem crescer mais a partir de 2027, diz CEO
Os dividendos da companhia podem voltar após cinco anos de jejum e o CEO projeta um payout mais robusto a partir de 2027.
💰 O IRB Brasil (IRBR3) está passando por uma fase de reavaliação de mercado, com a negociação das suas ações a aproximadamente 0,8 vez o Preço/Valor Patrimonial (P/VPA).
A métrica é considerada justa pelos analistas do JPMorgan, indicando que o preço atual das ações reflete adequadamente o valor patrimonial da empresa sem sugerir um potencial de depreciação significativo.
Quanto à rentabilidade, o IRB apresenta um Retorno sobre o Patrimônio (ROE) tangível, excluindo créditos fiscais, entre 15% e 16%.
Esta taxa poderia aumentar para cerca de 18% assumindo uma taxa de imposto de 30%, o que sugere uma expectativa de que o IRB possa otimizar seu Juros sobre Capital Próprio (JCP) no futuro.
Esta otimização indicaria uma gestão eficiente no aproveitamento das vantagens fiscais disponíveis, potencialmente aumentando o retorno para os acionistas.
No entanto, apesar destas métricas fundamentais sólidas, o JPMorgan ajustou suas expectativas para o lucro do IRB em 2024, reduzindo a previsão em 21% para R$ 262 milhões.
Este ajuste pode refletir uma série de fatores, incluindo um ambiente operacional desafiador, mudanças na estratégia da empresa, ou potenciais preocupações macroeconômicas que poderiam impactar a performance.
💲 Em termos de preferências de investimento, o JPMorgan manifestou uma preferência por outras entidades financeiras listadas no mercado brasileiro, como:
Essa preferência pode ser baseada em uma variedade de fatores, incluindo, mas não limitado a, maior estabilidade, melhor desempenho esperado, ou estratégias mais robustas dessas empresas comparadas ao IRB.
Para investidores e analistas, essa informação é crucial para avaliar o IRB no contexto mais amplo do setor financeiro e de seguros no Brasil, considerando tanto suas métricas internas quanto sua posição em relação aos concorrentes no mercado.
Os dividendos da companhia podem voltar após cinco anos de jejum e o CEO projeta um payout mais robusto a partir de 2027.
O resultado de subscrição totalizou R$ 740,6 milhões em 2025, alta de 63,9%.