Ibovespa salta mais de 8% no 1º tri de 2025 e avança acima de 6% em março; dólar fecha em R$ 5,70
Ações brasileiras apresentam forte desempenho no acumulado do ano, sobretudo companhias de crescimento na categoria Small Caps
📊 O Ibovespa encerrou esta quarta-feira (2) praticamente no zero a zero, cravado nos 131.190,34 pontos, com ligeira de +0,03%, à medida que os investidores na bolsa de valores brasileira preferiram ouvir primeiro o que o presidente americano Donald Trump tinha a dizer sobre o seu novo pacote de tarifas comerciais recíprocas sobre produtos importados. Mas teve ação brasileira que subiu mais de +15% durante o pregão.
Refletindo também as incertezas do mercado, a cotação do dólar à vista teve ligeira queda de −0,25%, trazendo a moeda americana para R$ 5,69 — patamar ainda inferior à barreira dos R$ 5,70.
Para analistas, a movimentação do dólar ao longo do dia se justifica pela manutenção das posições de proteção dos investidores em moeda forte, como forma de se precaver quanto aos eventuais desdobramentos das políticas de Trump ao Brasil, além da própria resposta do governo Lula.
Falando em política, ainda reverbera no mercado local o resultado da pesquisa AtlasIntel, que calcula a desaprovação de Lula em seu terceiro mandato a 53,6% dos entrevistados, contra uma aprovação de 44,9% para o petista.
🗽 Após semanas de perdas, a maioria das ações listadas nas bolsas de valores dos Estados Unidos, as chamadas stocks, tiveram ganhos consideráveis nesta quarta-feira, com parte dos investidores em Wall Street ansiosos por detalhes do novo pacote de tarifas comerciais a serem impostos por Trump.
Entre os destaques positivos, os papéis da montadora de veículos elétricos Tesla (TSLA) subiram mais de +5%, negociados por US$ 282,71 cada, com o mercado também repercutindo o possível desembarque do bilionário Elon Musk, fundador da empresa, do chamado Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês) do governo Trump.
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