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🚨 O caso do Banco Master deixou de ser apenas uma liquidação técnica para se tornar uma questão de segurança nacional.
Em entrevista nesta terça-feira (13), o ministro Fernando Haddad afirmou que o país pode estar diante da maior fraude bancária de sua história.
A declaração endossa o trabalho do Banco Central (BC) e do presidente Gabriel Galípolo, com quem Haddad afirma manter contato diário.
O ministro ressaltou que, embora o processo exija formalidade e amplo direito de defesa, a firmeza é necessária para proteger o interesse público.
Um dos pontos de maior sensibilidade destacados por Haddad é a capitalização do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Embora o fundo seja uma entidade privada, cerca de um terço de seus recursos provém de bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BBAS3).
O Master teria movimentado bilhões em uma "ciranda financeira" envolvendo fundos de investimento e carteiras de crédito consignado fraudadas, o que agora exige um resgate bilionário para ressarcir investidores de CDBs.
No front das contas públicas, Haddad trouxe um dado preliminar que acalmou parte dos investidores. O governo central encerrou 2025 com um déficit primário de 0,1% do PIB.
O resultado significa o cumprimento da meta de "déficit zero", já que a Lei de Diretrizes Orçamentárias permite uma margem de tolerância de até 0,25% (R$ 31 bilhões).
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No entanto, o ministro fez uma distinção técnica importante, se forem incluídas as despesas que ficaram fora da contabilidade oficial por decisões judiciais, como o pagamento de precatórios e indenizações a aposentados do INSS, o rombo real salta para 0,48% do PIB.
Haddad rebateu as projeções recentes do Tesouro Nacional sobre a explosão da dívida pública, argumentando que o principal vilão do endividamento não é o gasto do governo, mas o patamar elevado da taxa Selic, que gera um custo de juros real insustentável.
A entrevista também marcou o retorno de Haddad após um breve período de férias e trouxe à tona o tema de sua sucessão.
O ministro confirmou que conversará com o presidente Lula sobre sua intenção de deixar o cargo até fevereiro. Haddad pretende colaborar na linha de frente da campanha de reeleição de 2026, tarefa que ele considera incompatível com a rotina do Ministério da Fazenda.
📊 O nome de Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, ganha força nos bastidores como o sucessor natural para manter a continuidade da política econômica.
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Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.