Energisa (ENGI11) prevê investir R$ 7,09 bilhões em 2026

O plano de investimentos também contempla cerca de R$ 807,8 milhões em obrigações especiais.

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Publicado em 19/02/2026 às 11:51h - Atualizado 3 minutos atrás Publicado em 19/02/2026 às 11:51h Atualizado 3 minutos atrás por Elanny Vlaxio
As nove distribuidoras de energia concentram a maior parte desses recursos (Imagem: Shutterstock)
As nove distribuidoras de energia concentram a maior parte desses recursos (Imagem: Shutterstock)
A Energisa (ENGI11) informou ao mercado, nesta quinta-feira  (19), que projeta investir R$ 7,09 bilhões em 2026 nos segmentos de energia elétrica e gás. O valor considera exclusivamente aportes em capital orgânico.
💰 Do total previsto, aproximadamente R$ 6,3 bilhões serão destinados a ativos próprios do grupo. As nove distribuidoras de energia concentram a maior parte desses recursos, com expectativa de receber cerca de R$ 5,74 bilhões.
O plano de investimentos também contempla cerca de R$ 807,8 milhões em obrigações especiais, financiadas com recursos provenientes de contas setoriais, como a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético) e a CCC (Conta de Consumo de Combustíveis).

A Energisa no 3º trimestre de 2025

A Energisa encerrou o 3º trimestre de 2025 com lucro líquido consolidado de R$ 648,4 milhões, resultado 10,8% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Considerando os ajustes, o lucro líquido ajustado recorrente somou R$ 427,6 milhões, recuo de 13,6% na comparação anual.
💸 Por outro lado, o desempenho operacional mostrou avanço. O Ebitda totalizou R$ 2,19 bilhões, alta de 16,9% frente a igual intervalo do ano passado. No critério ajustado recorrente, o indicador atingiu R$ 2,07 bilhões, também com crescimento de 16,9%. 
Já o Ebitda ajustado para fins de covenants, que incorpora receitas de acréscimos moratórios, chegou a R$ 2,3 bilhões, expansão de 16%. A receita operacional líquida ajustada alcançou R$ 7,63 bilhões entre julho e setembro, aumento de 9% na base anual.
Ao final do trimestre, a dívida líquida somava R$ 29,2 bilhões, 23,2% acima do observado um ano antes e superior aos R$ 27,6 bilhões reportados no segundo trimestre. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado covenants dos últimos 12 meses, permaneceu em 3,2 vezes.