Dólar se aproxima dos R$ 5 em mais um recorde do Ibovespa; VALE3 sobe a R$ 90

Investidores estrangeiros trocam seus dólares pela moeda brasileira, a qual está em melhor nível desde 2024.

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Publicado em 25/02/2026 às 18:59h - Atualizado 2 minutos atrás Publicado em 25/02/2026 às 18:59h Atualizado 2 minutos atrás por Lucas Simões
Apesar da derrocada do dólar em 2026, a VALE3 segue avançando quase +25% no ano (Imagem: Shutterstock)
Apesar da derrocada do dólar em 2026, a VALE3 segue avançando quase +25% no ano (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa nesta quarta-feira (25) fechou aos 191.247,46 pontos, ligeira baixa de -0,13%, muito embora o índice brasileiro tenha renovado sua máxima histórica aos 192.623,56 pontos logo após a abertura do mercado, durante uma manhã embalada pela divulgação de pesquisa eleitoral apontando empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no 2º turno.
Ainda que o IBOV tenha derrapado no fim do pregão, chama a atenção o salto de +2,55% das ações da Vale (VALE3). No acumulado do ano, a mineradora soma valorização de quase +25%, ajudando bastante no rali da bolsa de valores brasileira. 
Todavia, o noticiário acerca do Banco Master voltou a rondar os investidores, à medida que autoridades dos Três Poderes e o próprio Daniel Vorcaro são convocados a depor na CPI do Congresso Nacional. Tanto que boa parte do setor bancário pesou contra o Ibovespa, além de realizações de lucros.
Por sua vez, o dólar comercial terminou o dia valendo R$ 5,12, recuo de -0,6%, atingindo o seu patamar mais barato desde maio de 2024, uma vez que os investidores estrangeiros que aproveitam barganhas na B3 precisam trocar a moeda americana pela divisa brasileira. 

Wall Street

As ações americanas (stocks) engataram mais um dia de recuperação em Wall Street, com gigantes de tecnologia, como Nvidia (NVDA) e Oracle (ORCL), avançando +1,41% e +1,20%, respectivamente.
No caso da fabricante de chips usados em inteligência artificial (IA), os investidores globais monitoram os seus resultados corporativos, ao passo que as desenvolvedoras de softwares se levantam do tombo protagonizado pela startup Anthropic, com sua ferramenta disruptiva de linguagens em IA chamada Claude

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