🚨 O investidor focado em
dividendos sabe que, em tempos de incerteza, a previsibilidade vale ouro.
Foi com essa mentalidade que o
BTG Pactual (BPAC11) operou uma verdadeira "faxina" em sua carteira recomendada para janeiro de 2026.
Os analistas do banco destacam que a empresa opera em um modelo de negócio resiliente, beneficiado por um contrato de exclusividade estendido com a Caixa Econômica Federal que gera uma barreira de entrada quase intransponível.
Com um
dividend yield projetado de 8,9% para 2026, a ação oferece o que o mercado chama de "colchão de segurança", uma rentabilidade robusta que protege o investidor mesmo se o
Ibovespa enfrentar turbulências.
Para o BTG, a Caixa Seguridade hoje ostenta uma qualidade tão superior que merece um valuation premium — ou seja, vale a pena pagar um pouco mais por ela do que pelo seu principal concorrente, a
BB Seguridade (BBSE3).
A tese é de que a consistência na distribuição de lucros da CXSE3 é "blindada" pela capilaridade da rede bancária da Caixa, algo que poucas empresas no mundo conseguem replicar com tanta eficiência.
Se a Caixa Seguridade é a segurança do dividendo recorrente, a Sanepar entra como o componente de "explosão".
A expectativa é de que a corrida política no Paraná em 2026 force ganhos de eficiência ou até o início de um processo de privatização.
No tabuleiro do BTG, o investidor ganha de dois lados, no fluxo de caixa estável da seguradora e no potencial de valorização da estatal de saneamento.
O banco também aproveitou para recalibrar o peso de outros ativos geradores de caixa. Aumentou a exposição na
Allos (ALOS3) e na
Direcional (DIRR3) para 10% cada, sinalizando que shoppings e construção focada em baixa renda continuam sendo ótimas fontes de proventos.
📊 No balanço de 2025, essa estratégia se provou vencedora: a carteira de dividendos do BTG rendeu impressionantes 41,7%, esmagando o IDIV (30%) e o Ibovespa (34%).