Por isso, estão em jogo cerca de R$ 0,07 por ação em proventos da instituição financeira, os quais cairão automaticamente na conta dos investidores no dia 11 de março de 2026 (quarta-feira).
Só que para garantir essa remuneração em dinheiro, os acionistas do
BBAS3 precisarão atender à
data-com estipulada no dia 2 de março de 2026 (segunda-feira). Ou seja, a partir do dia 3 de março de 2026 (terça-feira), as ações do Banco do Brasil não darão mais acesso (
data-ex) ao JCP ora mencionado.
Para quem não sabe, o Banco do Brasil é uma das maiores e mais antigas instituições financeiras da América Latina, ostentando valor de mercado atual superior a R$ 150 bilhões e sua fundação datada em 1808.
Sendo controlado pelo governo federal, seus principais produtos e serviços incluem contas correntes, poupança, crédito, câmbio, seguros, investimentos, previdência, gestão de ativos e incentivo ao agronegócio. Aliás, a estatal tem mais de 60% da participação de mercado no financiamento ao agronegócio brasileiro.
Conforme dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
Banco do Brasil (BBAS3) há dez anos, hoje você teria R$ 6.995,50, já considerando o reinvestimento dos
dividendos e JCP. A simulação também aponta que o
Ibovespa teria retornado R$ 4.531,60 nas mesmas condições.