Vale (VALE3) aprova aumento de capital de R$ 500 milhões e propõe incorporação de duas subsidiárias
A iniciativa tem como objetivo simplificar e racionalizar a estrutura societária do Grupo Vale.
Uma mudança importante na legislação fez com que diversas companhias da bolsa de valores liberassem dividendos aos acionistas nos últimos meses. Por isso, 2025 ficou conhecido como um dos anos mais prósperos para os investidores com estratégia em proventos.
Segundo cálculos de bancos e casas de análises, no total, foram anunciados mais de 125 bilhões em dividendos ao longo do ano. O pagamento foi acelerado no terceiro e quarto trimestres, na corrida pelo prazo que terminava em dezembro passado.
Mas as empresas ganharam uma sobra de tempo para liberar proventos fora da nova regra de taxação de 15% sobre o que passar de R$ 50 mil. Isso porque uma medida do STF (Supremo Tribunal Federal) prorrogou o prazo de 31 de dezembro de 2025 para 31 de janeiro de 2026.
Leia mais: BTG prevê semestre difícil para o BB (BBAS3) e adia dividendos 'gordos'
No entanto, dezenas de empresas já haviam anunciado os proventos que já foram depositados ou devem ser depositados nas próximas semanas. Segundo um relatório da Quantum Finance, entre as empresas que compõem o Ibovespa (IBOV), o maior provento foi pago pela Vale, que liberou R$ 17,7 bilhões aos acionistas em 2025.
A lista das grandes companhias ainda é liderada por nomes importantes, como Itaú, que pagou R$ 15,7 bilhões, e Ambev, que oficializou R$ 13,2 bilhões.
Já no campo das small caps, o maior pagamento foi feito pela Vulcabras, que liberou R$ 1,5 bilhão. Na sequência aparecem Cyrela e Direcional, ambas com R$ 1,3 bilhão.
A iniciativa tem como objetivo simplificar e racionalizar a estrutura societária do Grupo Vale.
Analistas preferem recomendar a compra de ETFs temáticos ligados a terras raras em vez de ações de mineradoras.