Canetas emagrecedoras já valem R$ 10 bilhões no Brasil, aponta Itaú BBA
Queda de patentes pode ampliar ainda mais o mercado até 2030, com resultado de US$ 8 bilhões.
Em meio a disparada das ações da Hypera (HYPE3), a companhia anunciou nesta segunda-feira (7) um novo acordo de acionistas entre João Alves de Queiroz Filho, Alvaro Stainfeld Link, Maiorem S.A. e Votorantim S.A., visando a formação de um bloco controlador de 53% do capital social da farmacêutica.
O novo bloco de controle então fortaleceria ainda mais a governança corporativa e o processo de tomada de decisões estratégicas, contribuindo com a geração de valor para a Hypera e seus acionistas, conforme informações presentes no fato relevante.
Todavia, para que esse bloco controlador na empresa tenha validade, ainda requer aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão no Brasil que combate a formação de monopólio.
As ações da Hypera têm peso de apenas 0,4% na carteira teórica vigente do Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira. Mesmo passando desapercebida por muitos investidores, seus papéis acumulam valorização de +56% até esta data.
Marcas amplamente reconhecidas como Benegrip, Engov, Epocler, Estomazil, Gelol, Maracugina, Rinosoro, Targifor e Vitasay fazem parte da linha de produtos da farmacêutica. Com presença em todo o território nacional, a Hypera atende uma vasta rede de farmácias, drogarias e estabelecimentos de saúde.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil HYPE3 há cinco anos, hoje você teria R$ 1.014,30, já considerando o reinvestimento dos dividendos. A simulação também aponta que o Ibovespa teria retornado R$ 1.427,30 nas mesmas condições.
Queda de patentes pode ampliar ainda mais o mercado até 2030, com resultado de US$ 8 bilhões.
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