Grandes investidores do Brasil: histórias e estratégias para se inspirar
Conheça 6 investidores que construíram patrimônio na bolsa brasileira: estratégias, carteiras e filosofias.
Publicado em 05/08/2026
André Santos Esteves é um banqueiro, empresário e investidor brasileiro conhecido principalmente por sua trajetória no BTG Pactual.
Nascido no Rio de Janeiro em 1968, Esteves é formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Ele entrou no antigo Banco Pactual em 1989, inicialmente no departamento de tecnologia, e tornou-se sócio da instituição em 1993. Posteriormente, migrou para as operações financeiras e liderou a divisão de renda fixa.
Sua carreira passou ainda pelo UBS, depois que o banco suíço comprou o Pactual em 2006.
Em 2008, Esteves deixou o grupo suíço e criou a BTG Investments. No ano seguinte, a empresa adquiriu o UBS Pactual, dando origem ao BTG Pactual.
Atualmente, André Esteves é chairman, sócio sênior e acionista controlador do BTG Pactual. Em abril de 2026, foi novamente eleito presidente do Conselho de Administração da instituição.
A história de André Esteves no mercado financeiro começou no final da década de 1980.
Formado em Ciência da Computação, ingressou no Pactual em 1989 para trabalhar na área de tecnologia do banco.
A passagem pela tecnologia, porém, foi apenas o início.
Esteves migrou para as operações financeiras da instituição e ganhou espaço principalmente no mercado de renda fixa, em um período marcado por elevada inflação e grandes oscilações na economia brasileira.
Sua ascensão profissional foi rápida.
Em 1993, apenas quatro anos depois de entrar no Pactual, tornou-se sócio da instituição. Em 2002, já integrava o comitê executivo do banco.
A estrutura societária do Pactual era baseada em uma cultura de partnership, na qual profissionais de destaque podiam se tornar sócios do negócio.
Esse modelo permaneceria como uma das características importantes do banco mesmo depois das transformações societárias ocorridas nos anos seguintes.
A grande mudança aconteceu em 2006.
Naquele ano, o Pactual foi vendido ao banco suíço UBS, originando o UBS Pactual.
Esteves permaneceu na companhia e assumiu posições de liderança cada vez maiores.
Em 2007, foi nomeado global head de Renda Fixa e posteriormente global head de Renda Fixa, Moedas e Commodities do UBS.
Em 2008, deixou o UBS para iniciar uma nova etapa de sua carreira.
André Esteves é formado em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A formação em tecnologia esteve diretamente relacionada ao início de sua carreira.
Esteves entrou no Pactual em 1989 trabalhando no departamento de tecnologia da instituição.
Depois, passou para as atividades financeiras e desenvolveu sua trajetória principalmente na área de renda fixa.
A experiência ocorreu durante um período particularmente complexo do mercado brasileiro, marcado por inflação elevada, sucessivos planos econômicos e mudanças relevantes na estrutura financeira do país.
Em 1993, tornou-se sócio do Pactual.
A partir daí, passou progressivamente de profissional de mercado a executivo e proprietário de parte da instituição.
A trajetória profissional de André Esteves está diretamente ligada à transformação do Pactual no atual BTG Pactual.
Depois de ingressar no banco em 1989 e tornar-se sócio em 1993, Esteves ocupou diferentes posições até assumir funções de liderança.
Em 2006, o Pactual foi vendido ao UBS.
Fontes da época apresentam valores ligeiramente diferentes para a transação, registrando uma negociação de aproximadamente US$ 2,5 bilhões, enquanto outras referências posteriores utilizam valores maiores ao considerar diferentes componentes da operação.
Para um conteúdo evergreen, o mais importante é que a operação deu origem ao UBS Pactual.
Esteves tornou-se chairman e CEO da operação e posteriormente assumiu funções globais no banco suíço.
Em 2008, deixou o UBS e criou, com outros profissionais do mercado, a BTG Investments.
A oportunidade de recomprar o Pactual surgiu pouco depois.
Em abril de 2009, foi anunciada a compra de 100% do UBS Pactual pela BTG por US$ 2,475 bilhões. A operação foi concluída em setembro daquele ano e resultou na criação do Banco BTG Pactual.
A partir daí, o banco ampliou suas operações em investment banking, asset management, wealth management, crédito e outros segmentos.
Em 2012, o BTG Pactual realizou sua oferta pública inicial de ações.
As units do BTG Pactual (BPAC11) são negociadas atualmente na B3.
Esteves exerceu a posição de CEO durante parte importante dessa expansão.
Hoje, a administração executiva é liderada por Roberto Sallouti, enquanto André Esteves atua como presidente do Conselho de Administração, sócio sênior e acionista controlador.
A relação de André Esteves com investimentos começou dentro do próprio mercado financeiro.
Diferentemente de investidores que acumularam capital em outra atividade antes de chegar à Bolsa, Esteves iniciou a carreira trabalhando diretamente em uma instituição financeira.
Depois da experiência inicial na área de tecnologia, migrou para operações de mercado e se destacou principalmente em renda fixa.
Sua principal construção patrimonial, porém, está associada à participação societária no Pactual e posteriormente no BTG Pactual.
Ao tornar-se sócio em 1993, passou a participar não apenas como funcionário, mas também como proprietário do negócio.
Essa característica ajuda a entender sua trajetória como investidor.
Em vez de ser conhecido principalmente pela formação de uma carteira pública de ações, Esteves construiu grande parte de sua riqueza ao adquirir, desenvolver e manter participação em instituições e negócios financeiros.
A venda do Pactual ao UBS e a posterior recompra da instituição pela BTG são os exemplos mais conhecidos dessa abordagem.
André Esteves não possui uma carteira pessoal pública detalhada que permita definir uma estratégia de investimentos semelhante à de investidores como Luiz Barsi ou Warren Buffett.
Por isso, é importante separar sua atuação como banqueiro e empresário de uma suposta metodologia pública de seleção de ações.
Ao longo de entrevistas e de sua trajetória no BTG Pactual, alguns princípios aparecem de forma recorrente.
Um deles é a visão de longo prazo.
Em entrevista à Folha de S.Paulo, Esteves já defendeu a importância de capital comprometido com períodos longos e investimentos capazes de financiar o crescimento de empresas e infraestrutura.
Outro elemento é a participação direta no crescimento dos negócios.
Esteves já afirmou que um banco de investimento não deveria apenas fornecer aconselhamento e crédito, mas também disponibilizar capital para o desenvolvimento das companhias.
Sua própria trajetória segue essa lógica.
A recompra do Pactual em 2009 representou uma aposta empresarial de grande escala em um ativo que conhecia profundamente.
O modelo do BTG também manteve uma cultura de partnership, alinhando parte relevante dos executivos ao capital do banco.
Em entrevistas recentes, Esteves continua discutindo alocação de capital, juros, moedas e oportunidades em diferentes classes de ativos, mas essas declarações refletem cenários específicos e não devem ser transformadas em uma estratégia pessoal permanente.
Assim, é mais correto associar sua abordagem a:
Visão de longo prazo.
Conhecimento profundo dos negócios em que atua.
Participação societária relevante.
Gestão de risco.
Reinvestimento no crescimento das empresas.
Busca por oportunidades em períodos de transformação econômica.
O principal negócio associado a André Esteves é o BTG Pactual.
Esteves é acionista controlador, sócio sênior e presidente do Conselho de Administração da instituição.
O banco atua em diferentes segmentos do mercado financeiro, incluindo:
Investment banking.
Corporate lending.
Sales & trading.
Asset management.
Wealth management.
Serviços financeiros digitais.
Ao longo dos anos, o BTG também realizou diferentes investimentos e aquisições em empresas e instituições financeiras.
Além disso, o Inteli (Instituto de Tecnologia e Liderança), instituição de ensino superior foi criado com apoio de sócios do BTG e uma doação inicial de R$ 200 milhões da família Esteves.
André Esteves possui patrimônio estimado em bilhões de dólares, principalmente associado à sua participação no BTG Pactual.
A Forbes acompanha sua fortuna em tempo real, o que significa que o valor pode variar significativamente com a cotação das ações e outros ativos considerados na estimativa.
Em setembro de 2026, a Forbes estimava seu patrimônio em aproximadamente US$ 11,5 bilhões.
A diferença em relação a outras cifras publicadas no mesmo ano mostra justamente por que a data de referência é necessária.
Na lista anual de bilionários da Forbes de março de 2026, por exemplo, a fortuna de Esteves havia sido calculada em US$ 20,2 bilhões.
Portanto, não é adequado afirmar simplesmente que “André Esteves tem US$ 20 bilhões” ou qualquer outro valor sem informar quando a estimativa foi produzida.
O patrimônio pode variar conforme:
Cotação do BTG Pactual.
Participações societárias consideradas.
Outros ativos incluídos na estimativa.
Condições de mercado.
Metodologia utilizada pela publicação.
Para um conteúdo evergreen, o mais correto é dizer que André Esteves está entre os empresários brasileiros com patrimônio estimado em bilhões de dólares, indicando separadamente a estimativa mais recente disponível.
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André Esteves não é conhecido por ter publicado um livro próprio sobre investimentos ou mercado financeiro.
Também não existe uma lista consolidada e recorrente de livros recomendados por ele que possa ser tratada como parte formal de sua estratégia.
Sua produção pública ocorre principalmente por meio de entrevistas, palestras, conferências e participações em eventos relacionados ao mercado financeiro e à economia.
A Harvard Business School também mantém uma entrevista extensa com Esteves em seu projeto Creating Emerging Markets, na qual ele relata sua trajetória profissional e a evolução do Pactual e do BTG.
Por isso, entrevistas e registros institucionais são fontes mais relevantes para compreender seu pensamento do que atribuir a ele livros sem documentação direta.
André Esteves participa de eventos e conteúdos promovidos pelo próprio BTG Pactual sobre economia, investimentos e mercado financeiro.
Entre eles estão encontros como o BTG Talks, BTG Invest Talks, Macro Day e outros eventos da instituição.
O BTG mantém também um canal próprio no YouTube, no qual existem entrevistas e apresentações de Esteves sobre economia e mercados.
Sua iniciativa educacional mais relevante fora do banco é o Inteli (Instituto de Tecnologia e Liderança.)
A instituição foi criada a partir de uma iniciativa de sócios do BTG Pactual e recebeu uma doação inicial de R$ 200 milhões da família Esteves. André e Lilian Esteves aparecem entre seus patrocinadores e integrantes do conselho.
Alguns fatos ajudam a contextualizar sua trajetória:
Começou no departamento de tecnologia: Esteves ingressou no Pactual em 1989 antes de migrar para as operações financeiras.
Tornou-se sócio aos poucos anos de carreira: passou a integrar o quadro societário do Pactual em 1993.
É formado em Ciência da Computação: concluiu a graduação na UFRJ em 1989.
Participou da venda e da posterior recompra do Pactual: o banco foi vendido ao UBS em 2006 e recomprado pela BTG em 2009.
A recompra custou US$ 2,475 bilhões: o negócio envolveu 100% das ações do UBS Pactual.
É atualmente presidente do Conselho do BTG: foi eleito novamente para o cargo em abril de 2026.
É acionista controlador do banco: o próprio BTG identifica Esteves dessa forma em sua biografia institucional.
Está ligado à criação do Inteli: sua família realizou uma doação de R$ 200 milhões para o desenvolvimento da instituição.
A Harvard Business School possui um prédio com seu nome: o antigo Baker Hall foi renomeado Esteves Hall em reconhecimento a seu apoio à instituição.
A trajetória de André Esteves está diretamente ligada à evolução do Pactual e à formação do atual BTG Pactual.
Ele entrou na instituição em 1989 pela área de tecnologia, tornou-se sócio em 1993, assumiu posições de liderança no mercado financeiro e participou da venda do Pactual ao UBS.
Depois de deixar o banco suíço, criou a BTG Investments e liderou a recompra do UBS Pactual em 2009, operação que deu origem ao BTG Pactual.
Hoje, permanece como acionista controlador, sócio sênior e presidente do Conselho de Administração da instituição.
Sua principal fonte de patrimônio também está associada ao banco, embora o valor de sua fortuna varie conforme as condições do mercado e a avaliação de suas participações.
Para investidores que desejam acompanhar a instituição, o Investidor10 reúne indicadores, histórico e informações sobre o BTG Pactual (BPAC11).
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