Pix fora do ar? Veja o que bancos dizem sobre a nova instabilidade

Clientes de diversos bancos relataram dificuldades para acessar o Pix nesta 3ª feira (24).

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Publicado em 24/03/2026 às 15:22h Publicado em 24/03/2026 às 15:22h por Marina Barbosa
Pix já é o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros (Imagem: Shutterstock)
Pix já é o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros (Imagem: Shutterstock)
Meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros, o Pix voltou a apresentar instabilidades nesta terça-feira (24).
Clientes de diversos bancos relataram dificuldades para acessar o sistema. O pico das reclamações ocorreu entre o final da manhã e o começo da tarde, segundo o site "Downdetector".
As buscas por "Pix fora do ar" tiveram um forte aumento no Google, com os usuários citando sobretudo o Nubank (ROXO34) e o Santander (SANB11).

O que dizem os bancos?

🏦 Nas redes sociais, o Santander respondeu os clientes que reclamaram do problema dizendo que houve uma "instabilidade geral" no sistema do Pix, que afetou "instituições em todo o mercado".
"Nosso time já está acompanhando de perto e contribuindo para a normalização o quanto antes", acrescentou o banco.
O Itaú (ITUB4) também foi às redes sociais para esclarecer o ocorrido, mas disse que a situação já havia sido normalizada e que o Pix já havia voltado a funcionar normalmente.
Em nota, o Itaú explicou que não houve intercorrências nos seus sistemas internos. O Banco do Brasil (BBAS3) também afirmou que o serviço estava funciona normalmente, sem qualquer intercorrência.
Já o Nubank disse que a instabilidade foi observada nos sistemas do BC (Banco Central), que é responsável pelo Pix. O BC, por sua vez, disse que os seus sistemas operam normalmente. 

Ataque ao BTG

⚠️ A instabilidade ocorre poucos dias depois de um ataque hacker atingir o sistema do BTG Pactual (BPAC11).
As "atividades atípicas" foram identificadas no domingo (22) e fizeram o banco suspender a operação do Pix até a manhã de segunda-feira (23).
O BTG garantiu, por sua vez, que não houve acesso a contas de clientes, nem exposição de dados de correntistas.
Segundo informações veiculadas pela imprensa, o ataque teria desviado cerca de R$ 100 milhões, mas o banco já havia recuperado a maior parte dessa quantia.