Estamos falando do
Agibank, um banco com mais de 6 milhões de clientes ativos, que precificou sua oferta pública inicial de ações (
IPO, na sigla em inglês), na faixa entre US$ 15 a US$ 18 por ação.
Ao se propor vender cerca de 43,6 milhões de ações a investidores interessados em se tornarem sócios do negócio, o Agibank pode angariar ao seu caixa US$ 720 milhões, considerando a cotação de US$ 16,50 — ponto do meio da faixa do IPO.
Todavia, se acionado o lote adicional de ações, a fintech brasileira pode chegar a movimentar US$ 825 milhões na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). No caso, o Agibank adotará o ticker AGBK, tendo os bancos americanos Citi, Goldman Sachs e Morgan Stanley como coordenadores do IPO.
Além de forte atuação no atendimento virtual de seus clientes, o Agibank também mantém estrutura física, presente em quase 700 municípios no Brasil, obtendo crescimento de +127% em 2025, na comparação anual.
Dessa maneira, o Agibank pode engrossar uma nova onda de IPOs de empresas brasileiras, já que o PicPay quebrou nesta data um jejum que se arrastava desde 2022, quando o
Nubank (ROXO34), a maior fintech da América Latina, se lançou na Nasdaq.
Vale destacar que a carteira de crédito do Agibank gira em torno de R$ 34,46 bilhões, fora que a companhia já gera receita total de R$ 7,74 bilhões.