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Uma pane técnica identificada na manhã de quinta-feira (9) paralisou o tráfego aéreo da maior cidade do país. Os aeroportos de Congonhas e Guarulhos, ambos em São Paulo, além de Viracopos (Campinas), precisaram interromper suas atividades por um período na tentativa de contornar problemas de comunicação.
Nesta sexta, parte das operações ainda estava afetada, conforme atualização dos aeroportos paulistas. Na abertura de Congonhas, pelo menos sete voos constavam como atrasados e, em Guarulhos, havia um nesta mesma situação, além dos atrasados.
Com o problema, milhares de passageiros foram impactados, todos com voos programados para chegar ou sair dos aeroportos paulistas. Só na rota entre São Paulo e Rio de Janeiro, oito voos foram cancelados ou reprogramados na véspera, enquanto o trecho para Belo Horizonte teve seis partidas ou chegadas impactadas.
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Nas redes sociais, dezenas de passageiros relataram problemas no período em que os aeroportos estavam fechados. “Estou a bordo de um avião com destino a Natal/RN há mais de uma hora. Sem ar-condicionado e sem informações externas”, escreveu um usuário no X (antigo Twitter).
Outra publicação mostra uma imagem com a tela de voos programados para a manhã, em que quase todos estão atrasados. É possível ver partidas para diversos estados com atrasos previstos de até duas horas.
Segundo a concessionária Aena, responsável por Congonhas, os pousos e decolagens foram interrompidos entre 8h58 e 10h09. Por volta das 11h, a situação já tinha sido normalizada, mas os efeitos duraram todo o dia de ontem.
Por meio de nota, a FAB (Força Aérea Brasileira) confirmou o problema, mas não deu detalhes do que teria causado a falha momentânea. "Houve uma interrupção temporária das operações aéreas devido a um problema técnico operacional, na região de São Paulo", diz a nota.
Informações iniciais indicam que a falha teria sido causada por um incêndio no Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo do Sudeste. Este é o órgão responsável por gerenciar o tráfego aéreo de SP e dos estados vizinhos.
Em entrevista à CNN Brasil, o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé França, destacou que há suspeita de vazamento de gás em um dos sistemas usados no controle da aviação. Desta forma, as equipes foram evacuadas do edifício, o que teria impedido que o serviço continuasse operando normalmente e o espaço aéreo fosse fechado.
Em coletiva de imprensa, o presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) destacou que o Aeroporto de Congonhas poderia ter seu horário estendido para compensar os impactos da manhã. Atualmente, o terminal, que é exclusivamente doméstico, termina sua operação às 22h para evitar ruídos na região, que é residencial.
“Existem medidas de mitigação. Por exemplo, existe a possibilidade de estender o horário de funcionamento do Aeroporto de Congonhas para que esse impacto não dure mais do que hoje”, disse Tiago Chagas Faierstein.
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