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📈 Nesta quarta-feira (20), o Ibovespa encerrou o pregão em alta, seguindo a tendência otimista observada em Wall Street, após o Federal Reserve (Fed) decidir manter as taxas de juros inalteradas e prever três cortes ao longo de 2024.
No cenário nacional, os investidores estão aguardando com expectativa a decisão sobre a taxa de juros pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central.
A bolsa brasileira operou em alta durante o dia, encerrando com uma valorização de +1,25%, alcançando os 129.125 pontos.
O dólar registrou uma queda significativa durante a sessão, apresentando uma depreciação consistente de mais de 1%, e retornando a operar abaixo do nível de R$ 5.
Já o IFIX (índice dos fundos imobiliários) registrou uma alta de +0,14% no pregão.
Do lado negativo, as ações da Prio (PRIO3) foram o grande destaque após sofrerem uma queda -3,66%, em linha com a queda de quase -2,0% no preço do petróleo, influenciada por dados de estoques nos EUA.
Já em um cenário positivo, as ações da Braskem (BRKM5) lideraram o ranking das maiores altas de hoje, após registrarem alta de +15,69%.
Um dos principais destaques do dia para as ações da Companhia foi a recomendação de compra pelo Santander, que projeta um preço-alvo de R$ 27,00 para os papéis.
No cenário econômico, os números do Índice de Comércio Exterior (Icomex), lançados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre), destacaram o papel significativo das exportações brasileiras para a China.
Segundo o Icomex divulgado em março, o superávit da balança comercial atingiu um marco histórico em fevereiro, alcançando US$ 5,4 bilhões.
Além disso, o primeiro bimestre do ano registrou um valor sem precedentes, atingindo US$ 11,9 bilhões.
Essas exportações têm sido um elemento crucial na ampliação do superávit da balança comercial do país.
No cenário internacional, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, anunciou hoje (20) sua decisão de manter o intervalo-alvo para a taxa de juros entre 5,25% e 5,50% ao ano.
Essa decisão ocorre em meio a indicadores recentes que apontam para uma contínua expansão da atividade econômica.
De acordo com o comunicado divulgado após a reunião do Fomc, "os indicadores recentes sugerem que a atividade econômica está se expandindo a um ritmo sólido".
Apesar desse cenário de crescimento, a inflação, embora tenha apresentado uma diminuição ao longo do ano passado, continua em níveis elevados, o que requer atenção por parte das autoridades monetárias.
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