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O presidente do BC (Banco Central), Gabriel Galípolo, convocou os principais bancos privados do país para uma reunião sobre a situação do Banco Master e a venda de seus ativos.
A reunião ocorre neste sábado (5) e conta com os presidentes de quatro bancos listados na B3:
O presidente do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), Daniel Ferreira Lima, e o diretor de Política Monetária do BC, Nilton David, também participam do encontro.
A reunião ocorre diante do receio de que a venda do Banco Master traga impactos significativos para o FGC, fundo abastecido pelo sistema financeiro para socorrer investidores e clientes de bancos que demonstram problemas financeiros.
📉 Uma eventual quebra do Banco Master poderia consumir cerca de 42% da liquidez do FGC. É que o banco tinha R$ 45,6 bilhões em depósitos a prazo em junho de 2024, último dado disponível no BC. Era a 11ª maior carteira do país.
Boa parte desses depósitos se refere a CDBs (Certificados de Depósito Bancário), que vinham sendo vendidos pela instituição com taxas de retorno bem superiores às dos demais bancos, chegando a 140% do CDI.
Além disso, há preocupação com o que vai acontecer com os ativos do Master que não entraram no negócio com o BRB (BSLI4).
💰 Conforme anunciado há cerca de uma semana, o BRB fechou um acordo para comprar 58% do capital social do Banco Master, por cerca de R$ 2 bilhões. O negócio, no entanto, não inclui alguns ativos considerados problemáticos, como precatórios.
Apesar dos rumores de que o BTG Pactual estaria interessado nesses ativos, o banco de André Esteves disse, mais de uma vez, que não fez nenhuma oferta ao Master.
Em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nesta sexta-feira (4), o BTG reforçou que "nunca fez due diligence nos ativos" e "nunca fez proposta para aquisição de ativos ou de participação no capital social do Banco Master".
André Esteves, contudo, já havia se reunido com Galípolo nessa semana. O presidente do BC também já conversou com os presidentes do Banco Master e do BRB, Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa, respectivamente.
A compra do Banco Master pelo BRB depende de aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e do Banco Central. O BC tem um prazo de 360 dias para se posicionar sobre o assunto, contados a partir do recebimento do pedido de compra, o que aconteceu em 28 de março.
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