O fundo imobiliário
BRC Renda Corporativa (FATN11) planeja comprar em 2026 um prédio de escritórios na icônica Avenida Angélica, região central da capital paulista, sem abrir mão de reformá-lo (retrofit) e alugá-lo para múltiplos inquilinos (operação plug and play).
A
laje corporativa possui uma área bruta locável (ABL) de aproximadamente 4 mil metros quadrados distribuídos em 14 pavimentos e térreo, cujas obras já foram contratadas e devem ocorrer de forma gradativa ao longo de cerca de oito meses.
Para a gestão do
FII FATN11, a compra do empreendimento imobiliário será paga parte em caixa, parte em cotas e parte por cessão de direitos de construção do potencial residual do terreno, sendo R$ 22,5 milhões em caixa (com sinal de 20,6% já pago e saldo em 30 de abril de 2026 corrigido por
100% do CDI acumulado) e R$ 8,5 milhões em cotas a partir de março de 2026.
Após o retrofit e ocupação integral, o imóvel tem expectativa de gerar cerca de R$ 662 mil por mês em receitas de aluguel, com rentabilidade líquida estimada alinhada aos demais ativos do portfólio, sem impacto relevante nos dividendos por cota durante o período das obras.
No momento, os cotistas do
BRC Renda Corporativa (FATN11) têm participações em 48 torres de escritórios espalhadas por São Paulo, sendo que mais de metade dos prédios corporativos se encontra no eixo nobre da Vila Olímpia.
Por sua vez, as regiões em que os imóveis do
FII FATN11 exibem maior taxa de ocupação são a Nova Faria Lima e Jabaquara, acima de 90%. Em contrapartida, o eixo tradicional da Avenida Faria Lima tem apenas 80% de ocupação dos inquilinos.
Segundo dados do
Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em
BRC Renda Corporativa (FATN11) há 12 meses, hoje você teria R$ 1.302,73, já considerando o reinvestimento dos
dividendos mensais. A simulação também aponta que o
Ifix teria retornado R$ 1.245,17 nas mesmas condições.