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Apenas um dia depois do acordo que liberou a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, o Irã voltou a fechar a rota marítima. A Guarda Revolucionária diz que essa é uma resposta aos ataques feitos por Israel no Líbano, registrados na manhã desta quarta-feira (8).
As agências de notícias estatais dizem que o Irã já considera abandonar o acordo de cessar-fogo firmado com os Estados Unidos por causa dos ataques de hoje. Os termos previam uma pausa nos bombardeios por duas semanas.
Durante a manhã, dois navios cargueiros já haviam atravessado o Estreito como resultado do acordo que foi costurado pelo Paquistão. O país destacou que os ataques ao Líbano faziam parte do cessar-fogo, mas isso teria sido ignorado pelo governo israelense.
Na manhã de hoje, Tel Aviv fez um dos maiores ataques ao Líbano desde o começo da guerra. Diversos bairros da capital Beirute foram atingidos, matando e ferindo centenas de pessoas, conforme informações do Ministério da Saúde libanês.
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O governo de Israel diz que os alvos eram ligados ao grupo Hezbollah, que apoia o Irã. No entanto, há uma tentativa de separar os confrontos, para que eventuais acordos de cessar-fogo não englobem Irã e Líbano.
Até o fechamento desta reportagem, os mercados globais ainda não repercutiam a decisão de Teerã de fechar Ormuz. A maioria das bolsas ao redor do mundo operava no campo positivo, como é o caso do Ibovespa (IBOV), que avançava mais de 2% no dia.
O preço do petróleo no mercado internacional também sentiu o impacto das decisões da véspera. Por volta das 13h, o barril tipo Brent era negociado aos US$ 94, com queda de 14% em relação ao preço de ontem.
Já o índice VIX, que funciona como um termômetro do medo no mercado financeiro, operava de forma diferente. O indicador chegou a cair 27% na véspera, mas avançou quase 9% durante a manhã de hoje com o desenrolar das tensões no Oriente Médio.
O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, responsável por escoar quase todo o petróleo que é produzido nos países daquela região. O fechamento do canal repercute em diversos países porque muitos são dependentes do óleo que sai de países como Omã, Arábia Saudita e o próprio Irã.
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