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Um dos credores da Subway, gerida pela SouthRock, que Justiça negue pedido de recuperação judicial da companhia.
Ele afirmou, nesta terça-feira (26), que a "principal atividade econômica dos requerentes foi completamente esvaziada” devido a perda de licença para operar a rede de lanches no Brasil.
💲 “Ao contrário do que os requerentes dizem no seu pedido de recuperação judicial, elas não perderam uma “importante fonte de receitas” quando o Contrato Master Franquia foi rescindido. Eles perderam sua única fonte de receitas. O que restou do Subway do Brasil é insignificante, beira o inexistente”, afirmou a ação.
De acordo com apuração do "Valor Econômico", a securitizadora Travessia, representada pelo escritório Warde Advogados, entrou com uma petição contestando a recuperação judicial da Subway.
📃 A empresa argumenta que "a crise da rede de fast-food não é momentânea", como alegado pela Subway, e que, por isso, a recuperação judicial não seria cabível.
“Diante desse estado de coisas, a peticionária se viu obrigada a prontamente intervir neste feito para expor as circunstâncias sonegadas pelos requerentes e dizer o óbvio: só é possível recuperar uma empresa que ainda exerce atividade econômica”, afirmou o documento.
❌ No dia 11 de março, a SouthRock entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo, após já ter solicitado o mesmo pedido para outras marcas da rede, como por exemplo, a Starbucks.
No caso da Subway, as dívidas somam aproximadamente R$ 482 milhões. A empresa alegou que uma das razões para a decisão foi o cancelamento de sua licença de operação no país.
Leia também: Subway pede recuperação judicial no Brasil; dívidas chegam a R$ 482 mi
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Mesmo sem provisões e multas contra a empresa, a administração ainda considera que o prejuízo no trimestre seria de R$ 587,6 milhões