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Em relatório divulgado nesta sexta-feira (23), o Itaú reduziu as expectativas para o corte da taxa básica de juros no curtíssimo prazo. O banco agora prevê uma queda na Selic apenas em março, na segunda reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do ano.
Apesar da nova previsão, a instituição mantém a expectativa de que o juro termine o ano em 12,75%. Para 2027, a opinião dos analistas é de que o percentual seja de 11,75%, também em dezembro.
“O Copom continua ganhando confiança de que a atual estratégia de política monetária está surtindo efeito: há sinais de moderação da atividade e do consumo e melhora qualitativa da inflação, criando condições para o início do ciclo de cortes de juros”, aponta a equipe de research do banco.
Eles entendem, porém, que existe uma concentração de redução dos preços em áreas específicas e, por isso, o Banco Central deve ter mais cautela, pelo menos nesta primeira reunião.
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“A desinflação segue concentrada nos bens comercializáveis, o que recomenda cautela na leitura do quadro inflacionário, uma vez que ciclos maiores/mais rápidos podem ter impacto negativo sobre a moeda — em um cenário de inflação de itens não comercializáveis ainda resiliente”, completam, na revisão de cenário.
Atualmente, a Selic opera em 15% ao ano, em um dos maiores níveis das duas últimas décadas. O objetivo do Bacen é controlar a inflação que vinha insistindo em ficar acima do teto da meta.
A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 27 e 28 de janeiro, quando o colegiado se reúne para decidir o futuro da taxa de juros. Ao longo de 2026, serão realizados outros sete encontros para avaliar o movimento da Selic no país, conforme cronograma divulgado pela autarquia monetária.
Por parte do BC, não há nenhum indicativo do posicionamento dos diretores em relação ao corte ou manutenção da taxa. O que é quase unanimidade no mercado, porém, é que não deve acontecer novos aumentos nos juros.
“A facilidade que temos em não dar nenhuma pista não é por estarmos sendo habilidosos em esconder algo, mas, na verdade, porque não temos sobre o que dar uma pista. É mais vantajoso não tomar essa decisão agora, ganhar este tempo e poder tomar essa decisão somente em janeiro. É assim que deve ser entendida essa questão”, disse Gabriel Galipolo, presidente do BC.
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