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O Citi cortou em 70% o preço-alvo das ações das Casas Bahia (BHIA3). Com isso, a avaliação do banco para o papel caiu de R$ 2,30 para R$ 0,70. Já a recomendação foi mantida como neutra.
O Citi ajustou as expectativas sobre as Casas Bahia depois de uma reunião com diretores da varejista. O novo posicionamento também leva em conta a desvalorização dos papeis depois do follow-on realizado pela varejista em setembro.
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Segundo analistas do banco, a varejista deve continuar operando no vermelho em 2024 e voltará a ter lucro apenas em 2025. A avaliação é de que a companhia “deverá operar sob uma rigorosa disciplina de capital”, mas seguirá exposta a um cenário macroeconômico adverso.
Com os juros altos, por exemplo, a demanda por produtos eletrônicos segue lenta. Por isso, os analistas do Citi dizem que o processo de recuperação das Casas Bahia “deverá ser gradual e a visibilidade da recuperação do setor e da recuperação dos lucros será limitada”.
A Casas Bahia vem sofrendo com o cenário macroeconômico, assim como a maior parte do varejo. Porém, também apresenta um elevado grau de endividamento e certa desconfiança do mercado. As ações da varejista são negociadas por menos de R$ 1 desde a oferta pública realizada em setembro.
Nesta sexta-feira (13), as ações das Casas Bahia abriram cotadas a R$ 0,60. Ou seja, ainda apresentavam um potencial de alta de aproximadamente 14% em relação ao preço-alvo estabelecido pelo Citi. Os papeis, no entanto, caem mais de 8% depois da divulgação do relatório do banco, uma das maiores quedas do dia na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo). Por volta das 14h45, as ações da varejista eram negociados a R$ 0,56.
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