Para se ter uma ideia, o
BTC fez mínima aos US$ 65.532,57 nesta sexta-feira (27), acumulando queda de quase -5% nas últimas 24 horas. Na comparação com seu pico histórico de US$ 126.198,07 registrado em outubro de 2025, o Bitcoin apresenta desconto de quase 50%.
Como dito, o comportamento do Bitcoin está bastante semelhante a qualquer empresa de tecnologia com ações negociadas em bolsa de valores, dado a sua intensa volatilidade na semana diante das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, que culminam no
bloqueio do Estreito de Ormuz, passagem marítima responsável por até 25% das exportações de petróleo no mundo.
Olhando o copo meio cheio, o
BTC ainda apresenta melhor desempenho desde o início da guerra do Irã, no dia 28 de fevereiro de 2026, em comparação com o
ouro físico e o mercado de
ações americanas (stocks).
Todavia, a criptomoeda segue bem abaixo dos US$ 75 mil que ostentava antes do Federal Reserve, órgão americano equivalente ao nosso Banco Central,
manter inalterada a taxa básica de juros americana, na banda que oscila entre 3,50% ao ano e 3,75% ao ano.
Nos mercados de previsões, os investidores já arriscam em dizer que a próxima tendência no curto prazo para o
BTC é bater em US$ 55 mil, ao invés de se recuperar aos US$ 84 mil.
Por sua vez, as altcoins seguem apresentando desempenhos ainda mais negativos que o
BTC na semana. Os tokens de
Ripple (XRP) e
Solana (SOL) derreteram -7,67% e -7,08%, respectivamente, dado que altcoins têm registrado baixíssima liquidez e demanda nos últimos meses.